Sábado – Pense por si

O número de créditos recusados a clientes que fazem apostas online começou a aumentar com a pandemia
Ana Taborda

Quer um crédito para a casa? Não jogue online

Apostar no seu clube de futebol e fazer levantamentos nos multibanco dos casinos pode tornar mais difícil conseguir um empréstimo - ou reduzir o valor que o banco está disposto a financiar. Também é melhor ter cuidado com a compra a prestações de telemóveis, frigoríficos e viagens.

Na revolução  de 1979, liderada por Khomeini,  a embaixada  foi assaltada e  52 americanos  tomados  como reféns
João Carlos Barradas

Irão-EUA: uma relação explosiva

Em agosto de 1953, um golpe orquestrado pela CIA depôs o primeiro-ministro. As relações iraniano-americanas nunca mais se endireitaram e um outro golpe, o de 1979, instalou o “Grande Satã” como inimigo do regime xiita. O recente ataque é só a nova fase quente de uma velha guerra

André Mountbatten-Windsor foi detido a 19 de  fevereiro, no  dia do seu 66.º aniversário, por suspeitas de  má conduta
Luísa Oliveira

André, o príncipe mais que imperfeito

Nem ser o preferido da rainha-mãe o salvou de cair em desgraça. A descida aos infernos do único membro da família real britânica, da era moderna, a ser detido pelas autoridades.

Como sobreviver às burlas online
Bruno Faria Lopes

Como sobreviver à explosão das burlas online

As burlas são cada vez mais criativas e realistas, com recurso à Inteligência Artificial e a programas que espiam a nossa vida digital. “Ninguém pode dizer que não vai cair”, avisa o diretor do Combate ao Cibercrime da PJ. A intrusão dos burlões não é nos sistemas: é na nossa cabeça. Conheça casos reais com os principais crimes e aprenda a identificar os riscos.

A “roubalheira” da Uber Eats

Se a comida não chega, o cliente tem de provar que estava em casa. Se o estafeta declara que ligou, o sistema regista essa versão como válida. A presunção parece funcionar sempre contra quem paga.

Revista Sábado investiga negócios de Ricardo Machado, cunhado do ministro Leitão Amaro, em Angola
Carlos Rodrigues Lima

A teia de negócios do cunhado do ministro Leitão Amaro

Em quatro anos, Ricardo Leitão Machado amealhou 450 milhões em Angola. A procuradoria deste país pretende que o empresário, cunhado do ministro António Leitão Amaro, seja constituído arguido por burla qualificada devido aos negócios que realizou. Um tribunal americano deu como provado o seu envolvimento em corrupção de dois quadros da gigante General Eletric. O Millenium BCP deixou-lhe fugir 5 milhões de euros. Documentos a que a SÁBADO teve acesso revelam os contornos dos negócios, as suspeitas de falsificação no Photoshop e a mão invisível da família Dos Santos.

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