Sábado – Pense por si

Por nossas mãos

A quem serve a neutralidade

O idealismo deu lugar ao cinismo, logo agora que mais precisávamos dele, quando não nos podemos dar ao luxo de relativizar os nossos princípios. Porquê e para quê? Nesta encruzilhada dramática da nossa vida em comum, temos de enfrentar de forma lúcida as razões que podem informar uma decisão destas.

Jolly Jumper

Apoiando Marques Mendes, recuso-me a “relinchar” alegremente campanha fora, como parece tomar por certo o nosso indómito candidato naquele tom castrense ao estilo “é assim como eu digo e porque sou eu a dizer, ou não é de forma alguma!”.

Bruno Faria Lopes

O dia seguinte à moção de confiança: incerteza, incerteza, incerteza

O cenário mais provável nesta altura volátil, a ida para eleições, reabre e amplia a incerteza vivida na ida às urnas há exatamente um ano. À incógnita sobre a reação do eleitorado às terceiras eleições em três anos somam-se as pontes ainda mais queimadas entre os partidos, sobretudo os do centro. Risco para a governabilidade é alto.

Tiago Neto

Governo. Que estratégias deve Montenegro seguir?

Susana Peralta, economista, e José Filipe Pinto, professor e politólogo, fazem o retrato da política futura e antecipam as dificuldades que o executivo de Luís Montenegro pode enfrentar. Debate do programa começa esta quinta-feira.

Sofia Parissi

Fim do bipartidarismo em Portugal? Especialistas dividem-se

O Chega elegeu 48 deputados para o Parlamento e proclamou o "fim do bipartidarismo" no final da noite eleitoral. Mas o politólogo José Filipe Pinto discorda: "Em termos efetivos, o que temos é uma continuação do bipartidarismo".

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