Morreu o ator Robert Duvall
Duvall participou em clássicos do cinema norte-americano como Apocalypse Now ou O Padrinho. Morreu aos 95 anos.
Duvall participou em clássicos do cinema norte-americano como Apocalypse Now ou O Padrinho. Morreu aos 95 anos.
Em novembro de 1975, chegava às salas "Voando Sobre um Ninho de Cucos" e Pier Paolo Pasolini era brutalmente assassinado. O que nos trouxe mais esse ano? "Tubarão", "Barry Lyndon", Carrie Fisher e um Óscar para "O Padrinho II".
O jornalista, que já vendeu mais de 4 milhões de livros, tem novo romance, sobre os efeitos terapêuticos dos psicadélicos.
A atriz, uma das favoritas de Woody Allen, morreu aos 79 anos.
De regresso às cenas de ação arrojadas, naquele que promete ser o último capítulo da saga Missão Impossível. O ator de 62 anos está longe de abrandar e pensa num musical.
De 1 a 11 de maio, o IndieLisboa aposta em mais de 100 filmes. Há clássicos de Almodóvar e dos irmãos Cohen, animação, comédias sobre Salazar, Pamela Anderson e C. Tangana.
Foi Batman, "Iceman" (Top Gun), Jim Morrison e muito mais no grande ecrã. Chegou a ser "o homem que Hollywood adora odiar". Talentoso, obsessivo e com um passado traumático, marcou uma geração.
Enquanto ainda não estão esclarecidas as misteriosas causas da sua morte, o mundo do cinema despede-se do ator Gene Hackman. Na mais recente edição dos Óscares, o homem que decidiu ser ator aos 10 anos foi lembrado com emoção.
Em Hollywood, discutem-se "tweets", migrantes, fascismos, sexo, género e o corpo feminino. Eis o que nos sugerem sobre o presente os grandes candidatos às estatuetas.
Foi uma sex symbol dos anos 90, afastou-se da fama depois do escândalo sexual, deixou a maquilhagem e regressou ao cinema. O filme The Last Showgirl valeu-lhe uma nomeação para os Globos de Ouro.
O novo "remake" do clássico de terror de 1922 tem boas interpretações (Bill Skarsgård, Willem Dafoe) e algumas fragilidades. Chega esta quinta-feira, 2 de janeiro, aos cinemas.
Filmes que de outro modo não veríamos, outros que podemos ver "antes de tempo". Eis um guia com o cinema que aí vem.
Milionário e idealizado há 40 anos, o novo filme de Coppola é um manifesto artístico sobre o confronto ideológico que divide os EUA.
"Sonny Boy" contem as memórias de infância do ator - entre Harlem e o Bronx - bem como da sua ascensão em Hollywood.
Pela primeira vez em muitos anos, vi a comunidade diplomática em Portugal colocar a segurança pública como problema maior. A ideia de um País idílico de tranquilidade pode desaparecer de um momento para o outro, e ninguém ganha com isso.