Primeira conferência para fim dos combustíveis fósseis começa hoje na Colômbia
O documento final da COP30 não contemplou qualquer referência ao fim dos combustíveis fósseis, supostamente por oposição de países produtores de petróleo.
O documento final da COP30 não contemplou qualquer referência ao fim dos combustíveis fósseis, supostamente por oposição de países produtores de petróleo.
O presidente brasileiro e Montenegro estiveram reunidos duas vezes no ano passado (ambas no Brasil).
Qase 200 países chegaram a um acordo, intitulado Mutirão Global.
A 30.ª Conferência do Clima das Nações Unidas terminou este sábado com a aprovação de um documento que reúne as principais conclusões do encontro.
A Turquia estava em guerra com a Austrália porque ambos queriam acolher a próxima cimeira. No entanto, os países já chegaram a um acordo.
A 30ª edição ficou marcada por outras controvérsias, nomeadamente a morte de um indígena e vários protestos.
Ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, congratula-se com o acordo.
Países opositores rejeitaram a sugestão.
Em Belém, as negociações climáticas decorreram esta sexta-feira à porta fechada. André Corrêa do Lago, presidente da COP30, afirmou que cabe aos países apresentarem propostas e soluções claras.
"Há uma grande pressão dos países produtores do petróleo, que não querem reduzir as emissões", disse a ministra Maria da Graça Carvalho.
Com tudo para ser decisiva, a 30.ª edição da Conferência das Nações Unidas para as Alterações Climáticas foi só mais uma. O pulmão do mundo não inspirou os líderes dos 196 países a chegarem a bom porto: não há roteiro para a redução do consumo de combustíveis fósseis.
Os dois países acordaram uma organização conjunta: a Turquia acolherá o evento e a Austrália organizará a agenda.
A saída do petróleo, carvão e gás, amplamente responsáveis pelo aquecimento global, voltou com força ao debate em Belém.
Um incêndio atingiu esta quinta-feira um dos pavilhões da COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas), que este ano decorre em Belém, no Brasil. Pedro Cunha, português presente na cimeira e o jornalista do NOW Diogo Carreira explicam os contornos da situação.