Controlam uma parte do Iémen e ameaçam o estreito de Bab el-Mandeb: quem são os houthis?
Movimento é aliado do Irão e possui um arsenal altamente destrutivo.
Movimento é aliado do Irão e possui um arsenal altamente destrutivo.
A cultura também é frente de guerra. Para reforçar a identidade nacional, criam-se unidades militares culturais. Militares lançam livros. Milhões de livros já foram queimados por bombardeamentos russos.
A disputa entre Netflix e Paramount envolve financiamento ligado ao genro de Donald Trump e reforça o escrutínio político sobre a maior operação mediática da década.
Há momentos que quebram um governo. Por vezes logo. Noutras, há um clique que não permite as coisas voltarem a ser como dantes. Por vezes são casos. Noutras, são políticas. O pacote laboral poderá ser justamente esse momento para a AD.
Ajaj Monsef ficou, ainda cuida da horta, mas ouve os bombardeamentos diários e o zumbido de um drone israelita a pairar. A filha, Sophia, diz que “não há solução para esta guerra”, mas outros preferem o martírio na jihad. Reportagem no território das milícias xiitas.
A operação ucraniana em solo russo tem pelo menos 10 causas, ou objetivos, e consequências directas. Sem exagerar nem minimizar, quais são?
Ahed Tamimi, apresentada entre nós como “ícone” da causa palestiniana, foi agora detida por Israel. Tudo porque terá lançado nas redes sociais uma exortação à matança de judeus na Margem Ocidental. “Vamos beber o vosso sangue e comer os vossos crânios”, exclamou Tamimi com aquele frémito belíssimo que é próprio da mocidade.
O principal suspeito de ter ajudado o grupo extremista neste ataque é o Irão. "Foi um ataque de sucesso, mas falhou o seu principal objetivo que era conseguir apoio popular", analisa Paulo Batista Ramos.
A promessa foi feita por Benjamin Netanyahu em declaração aos autarcas de áreas afetadas pelo ataque deste sábado.
Encontro acontece na cidade que foi palco do motim do grupo Wagner, em junho, e poucos dias depois da Ucrânia ter anunciado a reconquista de uma aldeia em Donetsk.
As operações ofensivas lançadas no início de junho pelas forças ucranianas, sem cobertura aérea, apresentam resultados aquém do esperado e implicaram um número de baixas insustentável para Kiev. A análise de João Carlos Barradas.
A França volta a funcionar como uma espécie de aviso e vacina sobre os defeitos da Europa. Uns dizem: o mal evidente obriga a mudar de caminho. Outros desejam que o pior aconteça, para se provar o que é melhor
Saiba por que razão oito pessoas acusam a coach Susana Torres de burla e oiça as opiniões do Conselho de Segurança sobre a revolta falhada de Yevgeny Prigozhin na Rússia
Autoridades ucranianas avisam ainda a população para o perigo de químicos e para a propagação de doenças causado pela destruição da barragem de Kakhovka.
Horas depois da destruição da barragem de Nova Kakhovka mantém-se a dúvida: quem a destruiu? As forças russas ou as ucranianas? Os dois lados têm a perder, como explica João Carlos Barradas. Para já perderam os milhares de habitantes retirados das suas casas devido às inundações.
Depois dos recentes ataques de drones e mísseis em território russo e da anunciada contra-ofensiva ucraniana como ficam as forças no terreno? Irão os aliados ocidentais apoiar ataques ucranianos na Rússia? João Carlos Barradas explica como esse equilibrio será cada vez mais difícil.