Sábado – Pense por si

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

Utentes do Centro Social do Orvalho participam no projeto Dar Cor, coordenado pela arquiteta Lúcia Vaz Pato (à esq.)
Raquel Lito

Neuroarquitetura: quando as paredes melhoram a vida das pessoas

Um espaço branco pode ser austero, não contribuindo para o bem-estar de quem lá reside. Num lar de Orvalho (Castelo Branco), a associação Causa desenvolveu o projeto Dar Cor: os utentes pegaram em rolos e trinchas e ficaram felizes. A coordenadora e arquiteta Lúcia Vaz Pato explica à SÁBADO como se deu a transformação e o projeto em curso noutro lar.

Cerimónia militar portuguesa
António Silva Ribeiro

Reformar o Dia da Defesa Nacional

O contexto internacional não aconselha complacências, porque a instabilidade estratégica agravou-se, as ameaças multiplicaram-se e diversificaram-se e, aos riscos convencionais, somam-se hoje os ciberataques, a desinformação, as pressões sobre infraestruturas críticas

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