O cartão do partido no emprego
Se o que Luís Montenegro defende é uma “mentalidade de Cristiano Ronaldo”, devia olhar para os países que têm recrutamentos transparentes e com critérios objetivos.
Se o que Luís Montenegro defende é uma “mentalidade de Cristiano Ronaldo”, devia olhar para os países que têm recrutamentos transparentes e com critérios objetivos.
A discussão sobre a corrupção em Portugal balança entre a gritaria ensurdecedora e o silêncio sepulcral.
A CMVM diz querer apresentar o documento ainda este ano, mas não adianta qualquer prazo. O objetivo é aproveitar "todo o potencial" da recomendação feita pela Comissão Europeia.
Há milhões de dólares apostados nas presidenciais portuguesas. As plataformas como a Polymarket vendem-se de forma virtuosa, mas vêm com riscos evidentes
Num debate quezilento e centrado quase só na vida profissional de Marques Mendes, o inexperiente Gouveia e Melo apertou o experiente Marques Mendes como até aqui ninguém fez. É de duvidar, contudo, que este fosse o debate que o eleitorado ali em disputa queria ver.
Foi a transparência forçada, que Montenegro não quis, que lhe permitiu (talvez com propósito?) reforçar-se em eleições e ainda vir agora armar-se em vítima – por isso não vale a pena vir queixar-se num tom que teve mais de emotivo do que de racional
O candidato presidencial apoiado pelo PS declarou que “nunca no exercício de consultoria, de gestão e de operacionalização de negócios” teve “qualquer contacto com a administração central ou com gabinetes ou membros de governo”.
Entre os clientes estão a Tabaqueira e a McDonald's.
O caso Spinumviva morreu. A Spinumviva ela própria continua viva e de saúde.
Amputar o Tribunal de Contas não é fazer a reforma do Estado. É abdicar dela.
A SÁBADO consultou as declarações de rendimentos dos principais candidatos às eleições presidenciais de janeiro de 2026. Esta análise, feita pelo jornalista Bruno Faria Lopes, é fundamental para perceber a origem do seu dinheiro e potenciais conflitos de interesses. Luís Marques Mendes é o mais rico.
Luís Marques Mendes, que ganhou mais de 440 mil euros em 2023 só como consultor da Abreu Advogados, vai liquidar a sua empresa familiar. Cotrim de Figueiredo tem uma carteira próxima de um milhão de euros gerida pelo BCP. Tem um AL rural, tal como Gouveia e Melo e António José Seguro. André Ventura tem toda a poupança, 121 mil euros, numa conta à ordem.
A tensão entre política e justiça nasce, antes de tudo, do fracasso da ética pública.
Bruxelas exigiu à Google que acabe com a prática que favorece os próprios serviços de tecnologias publicitárias.
José Sócrates e Luís Montenegro têm estilos muito diferentes. Mas o mesmo desprezo pelo escrutínio democrático.
O Governo adiou (de novo) a obrigação de uma “declaração de honra” inútil contra a corrupção.