Chega aceita condições de Aguiar-Branco para comissão de inquérito sobre Luís Neves
O presidente da Assembleia da República anunciou ter admitido nove dos 11 temas requeridos pelo Chega para a investigação.
O presidente da Assembleia da República anunciou ter admitido nove dos 11 temas requeridos pelo Chega para a investigação.
O presidente da Assembleia da República disse que se o Chega insistir em avançar com os 11 temas constantes no seu requerimento, não estará em condições de constituir uma comissão de inquérito.
Foguetórios à parte, o Chega nem sabe ter os papéis em ordem.
Presidente da Assembleia da República afirma que as desconformidades do requerimento persistem.
Primeira volta está agendada para 4 de outubro.
André Ventura considera que a polémica em torno de Luís Neves está longe de ser uma situação "normal". Apesar disso, o líder do Chega diz que aguardará pelos esclarecimentos do ministro, embora admita ser "difícil" obter respostas para todas as questões.
Ministro da Administração Interna vai prestar declarações no mesmo dia em que o Chega iria, supostamente, avançar com uma moção de censura.
O cerco a Luís Neves cresceu em quantidade, mas não em qualidade. Outras agendas se revelam.
Enquanto muitos portugueses estavam de férias, começaram a entrar em funcionamento novas regras destinadas a tornar mais transparente a relação entre quem decide e quem procura influenciar as decisões públicas.
Portugal, frívolo sem querer 11 meses por ano, fica frívolo de propósito no querido mês de agosto.
Quatro dos sete candidatos são mulheres. A primeira votação informal do Conselho de Segurança da ONU indicou como favoritos Rebeca Grynspan, Carolyn Rodrigues-Birkett e Rafael Grossi.
Nova legislação incide sobretudo sobre a transparência da atividade, tornando obrigatório o registo da atividade.
Sistemas frágeis produzem comportamentos frágeis. Quando os processos são ambíguos, os controlos insuficientes e os exemplos contraditórios, mesmo profissionais competentes podem tomar decisões erradas.
A Trump Media vai vender acesso imediato a publicações na rede social que “influenciam o mercado”. A taxa mensal a cobrar deverá ser de 100.000 dólares.
O ministro da Administração Interna meteu água e sofre de um defeito terrível, que pode ser letal para quem não anda na vida pública e na política de trotineta: insensatez.
Não há inteligência artificial responsável sem pessoas eticamente competentes. E quanto maior o risco ético, maior a exigibilidade de competência ética.