Hoje é mesmo muito necessário votar
Como nunca aconteceu desde 25 de abril de 1974, o futuro de todos e todas nós está muito dependente da participação dos eleitores e das eleitoras neste importantíssimo acto cívico.
Como nunca aconteceu desde 25 de abril de 1974, o futuro de todos e todas nós está muito dependente da participação dos eleitores e das eleitoras neste importantíssimo acto cívico.
A importância da adequada classificação dos solos e do ordenamento do território deveria ser evidente para qualquer pessoa com responsabilidades políticas em Portugal. Com efeito, a desordenada ocupação dos solos tem sido, historicamente, uma das principais causas dos maiores desastres que assolaram o país.
Joana Amaral Dias tanto escreve sobre psicopatas como políticos. Desta vez recorda as cheias de 1967,a pior catástrofe na zona de Lisboa, desde o sismo de 1755, abafadas pelo regime de Salazar
Estudo aponta áreas mais vulneráveis a cheias em 2100 (o mercado de Olhão, o aeroporto de Faro, o metro de Santa Apolónia). Mas falta um plano, que já devia ter arrancado, critica especialista
Aos 40 anos, trocou a acalmia da vida de casa pela de secretária e confidente de Sá Carneiro. Entrou no PPD de pá e esfregona e confessa que, desde a morte daquele há 39 anos, muito mais teria limpo.
Helena Roseta aprendeu a ler enquanto brincava às professoras. Carlos, o mais velho, entretinha-se a passar cabos e fios de rádio pelos telhados. Com Conceição, Madalena, Manuel, José e Margarida recordam à SÁBADO o percurso de vida. E cantam (veja o vídeo)
Cheias de 1967 provocaram quase 50 mortos.
Aos 40 anos, Conceição Monteiro trocou a acalmia da vida de casa pela de secretária e confidente de Sá Carneiro. Entrou no PPD de pá e esfregona e confessa que, desde a morte deste há 37 anos, muito mais teria limpo.
Foi um ano de tons carregados, colorido no maior crescimento da economia em mais de uma década, na proeza de Mário Centeno ou de Salvador Sobral, na saída do "rating" lixo, na visita do Papa a Fátima. Foi também riscado a negro por duas tragédias nos incêndios, o choque frontal com a depressão do interior, o luto da perda de símbolos nacionais.
Aquele País de mortos por contar, aquele País de vivos miseráveis, aquele País que deliberadamente se tentou esconder por todos os meios, era o Portugal imperial que terminava no ponto mais alto de “Portugal”, o monte Ramelau em Timor
Foi também aprovado votos de pesar em homenagem às vitimas das cheias de 1967, em Lisboa.
“Há 50 anos, eu lembro-me”, disse Marcelo Rebelo de Sousa. De que se lembra o Presidente? Das cheias de 1967 – a maior catástrofe natural em Portugal continental desde 1755 – e de como o regime da altura a quis minimizar. E conseguiu
Para Marcelo, "honrar a memória dos mortos de 1967 é saudar" o Portugal de hoje, "mais próspero e desenvolvido, mais justo e mais solidário".
A deputada socialista Helena Roseta garante que muito mudou desde as fatídicas cheias, mas há ainda espaço para melhorar.
“Há 50 anos, eu lembro-me”, disse Marcelo Rebelo de Sousa. De que se lembra o Presidente? Das cheias de 1967 – a maior catástrofe natural em Portugal continental desde 1755 – e de como o regime da altura a quis minimizar. E conseguiu.
“Há 50 anos, eu lembro-me”, disse Marcelo Rebelo de Sousa. De que se lembra o Presidente? Das cheias de 1967 – a maior catástrofe natural em Portugal desde 1755