Gibraltar: três séculos de disputa num rochedo de sete quilómetros quadrados
A história britânica de Gibraltar começou numa guerra europeia do século XVIII. Três séculos depois, a queda da Verja encerra mais um capítulo da longa disputa com Espanha.
A história britânica de Gibraltar começou numa guerra europeia do século XVIII. Três séculos depois, a queda da Verja encerra mais um capítulo da longa disputa com Espanha.
Em 1930, França, Roménia, Bélgica e Brasil chegaram ao Uruguai no mesmo barco. Muitas seleções recusaram participar porque os jogadores, amadores, não podiam faltar aos empregos. Em 1934, o Uruguai, em retaliação pelas ausências dos europeus, não viajou para Itália. Foi a única vez que um campeão mundial não foi defender o título.
António José Seguro não vai habitar na residência oficial. Em democracia só Eanes morou ali e Cavaco nem uma noite passou em Belém.
Imagens das 15 vítimas foram projetadas e o imigrante sírio Ahmed al-Ahmed, considerado um herói por ter lutado com um dos atacantes enviou uma mensagem a partir do hospital.
Para celebrar o Dia da Comunidade Britânica, o rei Carlos II decidiu partilhar uma seleção de músicas que marcaram a sua vida.
Newsletter de 31 de outubro
Com um dote milionário, D. Catarina sofreu com as amantes, mas aguentou. Carlos II defendeu-a de acusações graves e nunca aceitou divorciar-se.
O País endividou-se para pagar um dote milionário que assegurasse o casamento com Carlos II. Catarina de Bragança tornou-se assim o garante da aliança com Inglaterra. Suportou todas as humilhações na corte inglesa, mas lançou a moda do chá e do leque, pescava e era atiradora de arco com flecha. Após enviuvar, voltou a Portugal muito rica – foi regente e influenciou o sobrinho que viria a ser o Rei D. João V.
Rezava várias vezes por dia, saía pouco e vivia numa corte “em guerra”. Perdeu os dois irmãos m uito jovens e tornou-se essencial arranjar-lhe um casamento – o futuro do País estava em jogo
No Museu do Palácio da Bacalhôa há uma coleção dedicada a D. Catarina. São mais de 200 peças, entre documentos e um quadro marcante.
Era uma ótima dançarina, usava calças, infiltrou-se em festas de forma incógnita, e criou novos hábitos em Inglaterra. Gostava de fazer apostas e foi uma relações-públicas de Portugal e da Igreja.
O casamento de Catarina de Bragança com o Rei Carlos II foi fundamental para a independência de Portugal (até porque os ingleses asseguraram apoio militar). As suas histórias (das modas do chá e do leque aos jogos de cartas a dinheiro) fazem o tema de capa desta semana. E ainda: uma reportagem nos bairros do Zambujal e da Cova da Moura.
Foram grandes potências histórias (ainda o são) e agora medem forças nos relvados. As meias finais vão ter um Espanha-França e um Países Baixos-Inglaterra.
D. Luísa de Gusmão fazia parte de um plano para manter os dois reinos unidos, mas acabou por se tornar na força por trás do marido, D. João IV, o novo Rei de Portugal.
Todos os anos surgem mais doces conventuais que não passam de marketing, defende a professora. Contra as fake news da alimentação, foi publicado o maior livro (tem 600 páginas) da História da nossa gastronomia.
A infância, os desgostos, os escândalos, os casamentos e os gostos peculiares do herdeiro mais velho do trono de Inglaterra. Aos 74 anos, Carlos é coroado no sábado, dia 6.