2025
Pelo ano que agora termina prolongou-se um ambiente de putrefação moral saído de 2014, ano em que foi preso, por corrupção, um ex-primeiro-ministro
Pelo ano que agora termina prolongou-se um ambiente de putrefação moral saído de 2014, ano em que foi preso, por corrupção, um ex-primeiro-ministro
A Comissão Europeia reforçou esta semana que a exposição ao amianto é responsável por 75% dos cancros profissionais na União Europeia.
Grupo de minerais usados na construção e relacionados com doenças como cancros, está presente em muitos mais espaços.
Sobretudo quando administrada em idade jovem.
Entre os fármacos proibidos estão alguns usados no tratamento dos cancros de bexiga e gástrico, esquizofrenia e transtorno bipolar.
Hoje sabe-se que a vacinação contra a COVID-19 permite reduzir os casos de doença grave, o número de internamentos hospitalares e o número de óbitos associados, sobretudo nas pessoas que apresentam fatores de risco para uma evolução grave da doença.
O professor apresenta-nos as vantagens e os perigos da IA e sublinha que o mundo não vai acabar. Mas temos de estar atentos
Começou a pagar a renda da casa aos 5 anos, entrou no teatro aos 10, esteve na Guerra Colonial e fundou uma companhia de teatro, A Comuna. Em 2021 despediu-se dos palcos, mas voltou. Ainda trabalha como ator e encenador - e não quer parar.
As zonas centrais de Lisboa e Porto apresentam preços proibitivos para quem quer comprar casa, por isso, a tendência passa por apostar nos arredores. E ainda: uma exposição sobre D. Amélia e uma entrevista ao encenador João Mota
A fadiga não é um sintoma que possa ser desprezado, nem é para aguentar - tem de procurar a causa. É possível recuperar a energia sem grandes mudanças. Como? Desligar as notificações do telemóvel, evitar o açúcar (vai sentir-se ainda pior), arranjar um propósito de vida ou até andar descalço na natureza.
Muitos 'casos e casinhos' já não indignam, anestesiam. "As pessoas têm um certo gáudio em ver um político de calças na mão", divertem-se, mas um 'caso' já não é uma sentença de morte política, explica o investigador Bruno Baixão.
A doença não tem só uma carga emocional, representa uma grande perda de rendimento para as famílias. Há quem se endivide e peça ajuda – até para comer.
Investigadores têm vindo a acompanhar alterações nas células estaminais hematopoiéticas.
Drogas vivas no corpo durante meses, robôs que operam com menos danos, implantes milimétricos de gelatina, terapias que salvam vidas e estão a tornar crónica a terrível doença.
Há 10 anos, os doentes com cancros em estado avançado podiam morrer ao fim de seis meses, mas agora chegam a viver mais cinco anos. Tudo graças aos novos avanços da medicina contra esta doença. Nesta edição, trazemos-lhe ainda os possíveis nomes do governo-sombra do Chega e uma entrevista (em forma de caminhada) com a escritora Maria Francisca Gama.
Em Portugal, Itália e Espanha, os hábitos com o sol ainda levantam preocupações. A médica dermatologista Margarida Moura Valejo Coelho alerta: "As pessoas têm conhecimento dos riscos, mas por vezes optam por não incluir os cuidados nas suas rotinas".