Muito trabalho e pouco descanso
A obsessão pelo trabalho. Como se um Deus cristão tivesse sido substituído por um Deus da Produtividade. Em vez de: "que pecados cometeste hoje?", a frase de reflexão do fim do dia é: "o que produziste hoje?"
A obsessão pelo trabalho. Como se um Deus cristão tivesse sido substituído por um Deus da Produtividade. Em vez de: "que pecados cometeste hoje?", a frase de reflexão do fim do dia é: "o que produziste hoje?"
A primeira edição do festival vai juntar, no Porto, escritores como Olga Tokarczuk, Byung-Chul Han e László Krasznahorkai, além de autores portugueses como Gonçalo M. Tavares e Bruno Vieira Amaral.
O psiquiatra da infância tem novo livro com o objetivo de ajudar "os nossos filhos na sociedade do excesso". Alerta para a falta de autonomia das crianças e diz que prefere pais "suficientemente bons" a perfeitos.
Brincar às escondidas é uma forma de civilizar o corpo, ganhar consciência da diversidade humana, obter uma consciência de cultura universal, respeito pelos outros independente da sua condição e resolução de problemas e conflitos com os amigos.
Escolher os ambientes a criar para as equipas depende, maioritariamente, da vontade de quem os lidera. Escolher os ambientes em que se quer viver e trabalhar depende, em primeira linha, em muitos casos, da consciência das escolhas que cada um faz.
Identificar e prevenir surgem com as bases para gerar e evoluir. Assim estejamos todos disponíveis para escutar. Para escutar-nos. Para escutar os outros. Para escutar o que nos rodeia.
"Quantas vezes teremos participado de reuniões em que um ou vários dos presentes estão mais ausentes do que reunidos? Quantas vezes entrámos em gabinetes para uma conversa e quem nos recebe nos empresta apenas uma pequena parte de si? Quantas vezes teremos sido nós os sujeitos ativos dessas formas de estar?"
A morte por excesso de trabalho, que o Japão diagnosticou, chamando-lhe Karoshi, é tema e título do novo espetáculo do Teatro da Cidade
O mês de janeiro reserva ainda a publicação de "Léxico Familiar", de Natalia Ginzburg, um clássico da literatura italiana contemporânea, anunciou Francisco Vale.
A raiz do mal das depressões e ansiedades juvenis é a mesma: uma diminuta tolerância à frustração e à imprevisibilidade. Uma diminuta tolerância à vida como ela é.
O problema do jantar no Panteão não é uma questão legal; é uma questão de maneiras, que são sempre anteriores à lei e até à moral. Isso devia ser tão evidente como não comer com as mãos nem assoar o nariz às mangas da camisa
O livro começa com uma frase que é todo um programa: "A liberdade foi um episódio." Hã? Foi.