Trabalho, uma doença fatal, no D. Maria II

A morte por excesso de trabalho, que o Japão diagnosticou, chamando-lhe Karoshi, é tema e título do novo espetáculo do Teatro da Cidade

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Rita Bertrand 14 de novembro de 2019

"De vez em quando, há-de ser preciso saber parar, interromper", ouve-se, a certa altura – como uma lição, fulcral na mensagem da peça -, em Karoshi, criação coletiva do Teatro da Cidade, a companhia fundada por Bernardo Souto, Guilherme Gomes, João Reixa, Nídia Roque e Rita Cabaço em 2015, mal saíram da Escola Superior de Teatro e Cinema. Os cinco asseguram texto, encenação e interpretação. Porém, chamaram a cenógrafa Ângela Rocha para acrescentar "um ar fresco e estimulante" ao todo.
"Percebemos que o espetáculo cresce ao trazermos alguém de fora, que traz outros pensamentos, outro olhar. Nós ficamos demasiado focados no texto e corremos o risco de descurar o espaço, que é muito importante, influencia a cena e conduz-nos a diferentes lugares", referem, em conversa com a SÁBADO, dias antes da estreia, a 14 de novembro, na sala-estúdio do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa.

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