Tão inseguros vão
Seguro terá de encontrar uma forma de mediar e prosperar entre atores sem certezas, que não mostram saber o que fazer agora nem no futuro.
Seguro terá de encontrar uma forma de mediar e prosperar entre atores sem certezas, que não mostram saber o que fazer agora nem no futuro.
Saúde e habitação são temas que têm algum espaço nos debates, mas longe de serem centrais. Já temas que preocupam pouco os portugueses (como a imigração) têm um destaque desproporcional.
Diz-se anarcocapitalista, quer dolarizar a economia, acabar com o banco central e com mais de metade dos ministérios. O seu grito de guerra é “viva la libertad, carajo”.
Feijóo não conseguiu dissipar a nível nacional o espectro de um governo conservador com a extrema-direita poder vir a enveredar por políticas centralistas e retrógradas em matéria de direitos sociais. A análise de João Carlos Barradas.
Gonçalo da Câmara Pereira chateou-se com Carlos Moedas, desafiou o CDS, os parceiros dos Novos Tempos já eram e agora anda a namorar com o Chega na capital.
Benjamin Netanyahu já tinha sido primeiro-ministro de Israel em duas outras situações.
O primeiro-ministro israelita, Yair Lapid, reconheceu a derrota e já congratulou Netanyahu pela vitória nas eleições.
A presidente do Fratelli d'Italia e os seus aliados vão enfrentar uma grande lista de desafios, com os preços elevados das energias, a guerra na Ucrânia e a desaceleração da economia nacional, pertencente à zona euro.
A primeira-ministra social democrata já anunciou que iria abandonar o cargo. O partido de ireita radical foi o segundo mais votado.
Votação foi renhida e resultados só devem fechar depois de contados os votos dos suecos no estrangeiro. Neste momento, bloco de direita tem mais três deputados eleitos que o bloco da esquerda, que estava no poder.
O líder da concelhia de Lisboa do PSD traça uma "linha vermelha" a entendimentos com Ventura. E garante que Moedas será recandidato em 2025.
Ao fim de 12 anos há a possibilidade de uma coligação que junta partidos de esquerda, extrema-direita e partidos árabes para afastar Benjamin Netanyahu.
"Da nossa parte, existirá o apoio possível, em termos parlamentares, que é um apoio imprescindível para que haja uma governação sólida, estável e duradoura, e esse será o nosso contributo durante esses quatro anos", assegurou o líder regional do Chega, Carlos Furtado.
A carta de demissão está datada de 28 de outubro e dirigida ao presidente do Chega, Carlos Augusto Furtado, intitula-se "Chega é o 'Reino dos Céus' ou coisa nenhuma" e critica abertamente a postura do líder nacional, André Ventura.
André Ventura sublinha ainda que "preferia um acordo escrito" com os sociais-democratas e recusa aceder ao "impossível" de "viabilizar um governo socialista".
Pedro Sánchez e Pablo Iglesias podem ter dado passo decisivo para resolver impasse político espanhol. Líder do Podemos pode ficar como vice-presidente do governo socialista