Ucrânia: Ataques com drones fazem pelo menos seis mortos no sul da Rússia
Ataques atingiram um centro infantil privado e num armazém.
Ataques atingiram um centro infantil privado e num armazém.
Vladimir Putin declarou durante uma entrevista televisão estatal russa que os ataques a alvos civis “causam danos económicos e perdas”, mas não representam “qualquer ponto de viragem” no conflito, garantindo que Kiev “nunca obterá vantagem”.
“Valorizamos a decisão de abrir as suas portas e estender uma mão de solidariedade a estas crianças, dando-lhes a oportunidade de receber tratamento, recuperar a sua saúde e reencontrar a esperança e a segurança”, declarou a representação diplomática.
O gabinete de Netanyahu indicou que, após “conversações profundas e construtivas" com o Conselho da Paz, foi acordado criar dois grupos de trabalho, um dos quais sobre o desarmamento e a desmilitarização da Faixa de Gaza.
Equipas relatam que Marrocos ameaçou confiscar os equipamentos e filmagens dos jornalistas, se estes não abandonassem a cidade. O representante do Ministério do Interior de Marrocos terá apenas dito que estava a "seguir instruções".
Dos quatro jovens que tinham desaparecido num barco, dois foram encontrados vivos, mas o terceiro já estava sem vida.
As buscas, que recomeçaram esta madrugada, continuam para localizar a quarta pessoa dada como desaparecida.
Os dois resgatados, que passaram mais de oito horas no mar, foram atendidos pelos serviços de emergência.
Pelo menos 71 pessoas morreram no sismo de magnitude 7,4 que abalou esta segunda-feira o oeste da Colômbia.
Os Houthis divulgaram, este domingo, imagens que mostram alegados ataques com mísseis e drones contra alvos apoiados pela Arábia Saudita no Iémen. O ataque ao porto de Mokha fez pelo menos sete mortos e 15 feridos, segundo as autoridades locais.
Uma pessoa foi transferida para um hospital. Ainda não há informações sobre o suspeito.
Em Brovary, o ataque provocou incêndios de grande dimensão em armazéns da cidade e nas aldeias de Velyka Dymerka, Kvitneve e Peremoga.
Ministério do Interior marroquino justificou a crise também com "interpretações erradas que acompanharam as recentes decisões" da justiça espanhola.
A decisão de adiar a mais emblemática prova do calendário desportivo da cidade foi tomada por "razões de segurança e operacionais",.
O agendamento da reunião responde aos pedidos de 22 Estados-membros para analisar a crise migratória no enclave espanhol e também do Governo espanhol.
O elevado número de vítimas mortais registado durante a crise migratória em Ceuta está a colocar forte pressão sobre as autoridades locais. Os serviços de emergência e as equipas forenses enfrentam dificuldades para responder à dimensão da tragédia.