França 2002 e Portugal 2026 - A falência moral e ética de alguma direita
Os resultados da primeira volta das eleições presidenciais em Portugal não foram tão maus como alguns supunham.
Os resultados da primeira volta das eleições presidenciais em Portugal não foram tão maus como alguns supunham.
Queixas avolumaram-se no ano passado e Comissão de Transparência não teve mãos a medir.
Comissão de Transparência e Estatuto dos Deputados abriu um inquérito
Não há nenhuma razão, nem de segurança, nem de comunicação, muito menos pedagógica, para se permitir os telemóveis nas salas de aula. Tudo nessa presença é negativo para a função de aprender.
Quem educa, bem o vemos, ensina às meninas estratégias para não serem violadas. "Não andes na rua à noite, tem cuidado com a bebida, não te dês com o Zé Manel." Mas ninguém diz ao Zé Manel para manter o fecho fechado a não ser que alguém o queira aberto.
Em causa, o maior investimento privado em Portugal desde a Autoeuropa e negócios na área da transição energética que receberam milhões em licenças e fundos públicos.
Diz-se anarcocapitalista, quer dolarizar a economia, acabar com o banco central e com mais de metade dos ministérios. O seu grito de guerra é “viva la libertad, carajo”.
Andam aí muitas liberdades e já sabemos no que é que isso dá, a dizeres frases feitas na assembleia, de joelhos na braguilha do populismo, a chupar aquilo tudo até ao fundo da garganta, com o populismo todo enfiado na boca.
Galamba gosta de vinho, Rui Rio de Monica Bellucci. Ventura e Rui Rocha põem likes em vídeos de vandalismo com legendas xenófobas, Moedas em frases do Dalai Lama. No Twitter, os “gostos” dos políticos portugueses mostram as suas “bolhas sociais”.
Começou por defender o PS na blogosfera, sentou-se na Assembleia e entrou no Twitter. Depois foi para secretário de Estado (mas as polémicas não terminaram). Esta quarta-feira toma posse como ministro das Infraestruturas.
João Galamba, secretário de Estado Adjunto e da Energia, envolveu-se numa discussão na rede social. Utilizador partilhou imagens das palavras do governante.
Documentos da Operação Marquês mostram que o atual secretário de Estado foi uma personagem ativa no blogue "Câmara Corporativa", cujo o bem remunerado autor se dedicou a defender José Sócrates e uma facção do PS. No passado, Galamba já usou as expressões "aldrabão" e "um murro nas trombas".
João Galamba referiu-se num comentário publicado na rede social Twitter ao programa "Sexta às 9", da RTP 1 como "estrume" e "coisa asquerosa".
Canal público garante que comentários do secretário de Estado Adjunto e da Energia "assumem particular gravidade".
Secretário de Estado Adjunto e da Energia escreveu no Twitter que o programa da RTP era uma coisa "asquerosa". Depois apagou mensagem.