Agentes ouvidos em julgamento por morte de Odair Moniz têm versões diferentes sobre a faca
Julgamento decorre no Tribunal de Sintra.
Julgamento decorre no Tribunal de Sintra.
Trabalhava há dez anos no país africano e integrava o Conselho da Diáspora Portuguesa desde 2023. BCI diz que o seu "legado continuará a inspirar o banco". Terá sido assassinado com recurso a uma arma branca.
Pedro Ferraz Reis, administrador do BCI, foi encontrado morto no Hotel Polana, em Maputo.
A PJ aconselha todos os cidadãos em situação mais vulnerável a recusarem qualquer pedido para transportar, guardar ou levantar bagagens, encomendas ou bens em nome de terceiros.
Jovem de 19 anos terá viajado para a capital portuguesa após cometer o crime
Marco Costa terá roubado três menores sob ameaça de uma arma branca
Ana Anes confessou nas redes sociais que deixou o pai "sem olhos". Está agora indiciada por homicídio qualificado na forma tentada.
Odair Moniz morreu no dia 21 de outubro de 2024 no bairro da Cova da Moura, depois de ter sido baleado pela polícia. Julgamento arrancou esta quarta-feira.
Além de eventuais declarações do arguido, de 28 anos, está agendado para hoje o depoimento de cinco testemunhas.
O homem, de 25 anos, que frequentava o centro de tratamento, "entrou em conflito por recusar ser expulso e iniciou o ataque, usando uma faca de cozinha"
Uma das vítimas encontra-se em estado grave e foi transportada para o Hospital de Santarém, enquanto as restantes estão a ser avaliadas no local.
Vítima de 81 anos sofreu vários ferimentos e lacerações, no abdómen, mãos e pernas.
Dois polícias foram acusados de falsidade de testemunho. Procuradora confirma suspeitas sobre o punhal encontrado na cena do crime e auto de notícia da PSP, mas disse não ter recolhido indícios suficientes para acusar.
Os agentes foram constituídos arguidos por falso testemunho sobre a faca que apareceu no local e usada como "justificação para recorrer à arma de fogo".
Julgamento acontece no próximo dia 22 de outubro. Em causa estavam motivos de saúde do advogado.
Portugal perdeu uma posição na classificação na categoria de Estado de Direito, descendo para 33.º em 173 países, ficando atrás da Lituânia e Israel.