Sábado – Pense por si

Lutz Pfannenstiel, antigo guarda-redes alemão, jogou em todos os continentes. Só foi campeão uma vez, na Filnândia
Tiago Carrasco

Foi dado como morto três vezes, esteve preso e teve um pinguim na banheira

Lutz Pfannenstiel passou 101 dias numa das piores prisões de Singapura, foi declarado morto em campo e arriscou ser deportado da Nova Zelândia por causa de um estranho animal de estimação. O antigo guarda-redes alemão, o único futebolista a jogar em clubes das seis confederações da FIFA, contou à SÁBADO os pormenores da sua carreira, a mais frenética da história do futebol.

A beleza de matar comunistas

Se alguém publicasse um livro, uma peça de teatro, com esta formulação, seria imediatamente acusado de incitamento ao ódio. Já a inversão, “matar fascistas”, encontra, demasiadas vezes, complacência cultural.

Jogador do Benfica, Gianluca Prestianni
Lusa

“Não sou racista, nunca fui e jamais serei”, afirma Gianluca Prestianni

Em 17 de fevereiro, na primeira mão do play-off de acesso aos oitavos de final da ‘Champions’, que o Real Madrid venceu por 1-0, o avançado brasileiro Vinícius Júnior, após ter marcado o único golo do jogo, dirigiu-se ao árbitro e acusou Prestianni de lhe ter dirigido insultos racistas.

José Maria  Ricciardi morreu no dia 24 de março, por volta das 23h. Tinha  71 anos
Ana Taborda

Ricciardi: a vida do banqueiro que dançava samba e colecionava canários

Foi procurar um médico nos EUA, fez tratamentos na Fundação Champalimaud, e enquanto a doença permitiu continuou a trabalhar, a caçar e a ver jogos do Sporting. Já doente, marcou reuniões para refundar um banco com a marca Espírito Santo. Tinha 6 anos quando decidiu ser banqueiro - e já não mudou de ideias. Como nunca desistiu de casar com uma mulher que tinha três filhos.

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