Zelensky escapou a 11 tentativas de assassinato e admite que raramente vê os filhos: "É perigoso"
Movimentos do presidente ucraniano são vigiados pelos serviços secretos russos.
Movimentos do presidente ucraniano são vigiados pelos serviços secretos russos.
O presidente dos Estados Unidos diz que a nova liderança iraniana quer conversar com ele. E Trump concorda.
O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, afirmou esta terça-feira que os aliados da Ucrânia vão continuar a dar apoio militar a Kiev. As declarações de Rutte acontecem no dia em que se assinalam quatro anos desde o início da incursão russa.
As medidas visam o setor energético russo, bem como redes internacionais de comércio ilícito de crude e empresas fornecedoras de equipamentos militares ao exército russo.
Apesar de um cessar-fogo parecer estar longe, está marcada mais uma ronda de negociações para esta quinta-feira.
Uma aliança formal ou mesmo um entendimento sobre interesses conjunturais é, também, a forma que um estado adopta para controlar o comportamento dos seus aliados.
O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, afirmou, esta segunda-feira, que a Europa é incapaz de garantir a sua própria defesa sem o apoio militar dos Estados Unidos, sublinhando que a ideia de autonomia total europeia é irrealista.
A Alemanha é o segundo maior apoiante, a seguir aos Estados Unidos.
A Ucrânia apresentou nesta semana um plano de paz composto por 20 pontos. Apoio militar dos aliados em caso de invasão russa é uma das garantias que o líder ucraniano quer assegurar.
Montenegro chegou este sábado à Ucrânia para uma visita oficial.
Desde o início da invasão em larga escala da Ucrânia, em fevereiro de 2022, a China tem mantido uma postura ambígua, apelando simultaneamente ao respeito pela integridade territorial de todos os países, incluindo a Ucrânia, e à consideração das “legítimas preocupações de segurança”
Debate presidencial desta quarta-feira juntou dois dos candidatos mais à esquerda. Eleições marcadas para 18 de janeiro.
O comentário do líder da NATO surge no mesmo dia em que a Comissão Europeia apresentou a base legal para avançar com a sua proposta de empréstimo de reparações à Ucrânia.
Depois do sobressalto inicial, discute-se quem está e quem não está à mesa das negociações e diz-se que sem europeus e ucranianos não se pode decidir nada sobre a Europa ou sobre a Ucrânia.
Sánchez prometeu "apoio total e firme do Governo de Espanha" ao executivo ucraniano e a Zelensky até haver uma "paz justa e duradoura" na Ucrânia.
A primeira-ministra japonesa deu a entender que um ataque a Taiwan poderia justificar o apoio militar de Tóquio à ilha.