Portugal mantém sexto lugar do ranking da FIFA na primeira atualização de 2026
Pelo terceiro mês consecutivo, Portugal surge logo atrás do top-5
Pelo terceiro mês consecutivo, Portugal surge logo atrás do top-5
Segundo um estudo do LabCom, no âmbito do ODEPOL – Observatório de Desinformação Política.
Ferreira Leite participou num almoço de campanha de Marques Mendes que juntou cerca de duzentas mulheres numa cervejaria em Lisboa.
O Presidente dos EUA declara que o Direito Internacional é a sua "moralidade". A Venezuela foi só o início e a seguir vem Cuba? Regressa a teoria do "domínio do pátio traseiro". Daí não vem novidade. Mas a Gronelândia é outra coisa: os EUA de Trump não excluem atacar uma democracia aliada. Ou seja: a NATO pode atacar a NATO. O paradoxo dispensaria mais explicações
Seguro conheceu a mulher na discoteca, Ventura no café perto da igreja e Marques Mendes na escola. Margarida, Dina e Sofia também podem chegar Belém.
Na última grande sondagem antes das presidenciais, o presidente do Chega aparece com 24% das intenções de voto, seguido de Seguro com 23%.
As sondagens apontam para uma espécie de montanha-russa de preferências eleitorais. No espaço de poucos meses, aquilo que parecia um fait accompli para Gouveia e Melo e, depois, para Marques Mendes, tornou-se um penoso martírio para ambos.
Newsletter de terça-feira
Seguro a conduzir um autocarro, Cotrim a dançar na discoteca, Ventura a fazer rap racista, Manuel João Vieira com bailarinas. Pela primeira vez na história eleitoral portuguesa, a IA foi amplamente usada pelas campanhas.
Algumas ferramentas recusaram-se a avançar nomes, mas outras foram mais corajosas: Ventura, Marques Mendes ou Seguro aparecem como potenciais vencedores.
Luís Marques Mendes considerou ser o candidato que poderá "ter um maior exercício de consciência social".
Candidato falou aos jornalistas antes de uma arruada no concelho de Sobral de Monte Agraço.
António José Seguro passa para segundo lugar. Gouveia e Melo e Marques Mendes ocupam o quarto e quinto lugar respetivos.
As doenças cardiovasculares ainda são das que mais matam, mas há cada vez mais soluções científicas para as tratar. Veja ainda os estranhos contratos que "implicam" Gouveia e Melo e a entrevista intimista a Carlos Carvalhal
As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.
A ideia semi-conspirativa de que “isto aparece agora” porque há uma corrida eleitoral é uma ironia auto-infligida.