Portugal despede-se: as figuras públicas que desapareceram em 2025
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Desde que foi fundada, em 1964, a maior estação do mundo para camionistas já serviu 23 milhões de ovos. Além de um imenso buffet, há dentista, barbeiro, ginásio e vários tipos de lojas - incluindo uma para dar banho a animais de estimação.
Aos 13, fixou-se num modelo assinado por Valentino; aos 22, casou-se (e desenhou o seu). Aos 42, atingiu o pico nas redes sociais: Cristina Ferreira exibe a sua criação.
Nos anos 40, Manuel Mota montou escritório numa pensão em Luanda e em 1962 já tinha o apoio de Wall Street. António Mota expandiu o negócio criado pelo pai.
Em Inglaterra, o Arsenal já não festeja o título há 21 anos. Mas há equipas sem ganhar há mais tempo: como o Génova, que venceu o scudetto pela última vez em 1924.
O escritor turco, prémio Nobel da Literatura em 2006, surpreendeu os leitores ao revelar-se como um diarista divertido e um talentoso pintor, neste novo livro que é literalmente uma obra de arte. E para o ano, vamos vê-lo, enquanto ator, numa série da Netflix.
Vencedor à segunda volta com 65,89% dos votos, Rui Costa lamenta só ter sido campeão uma vez no seu anterior mandato. O antigo médio chegou ao Benfica pela mão de Eusébio, quis deixar o futebol quando o mandaram para o Fafe e aceitou ir para a Fiorentina para dar mais dinheiro às águias.
Na Broadway, nos EUA, os novos musicais somam investimentos milionários, mas saem de cena antes do tempo. Em Portugal, os encenadores reconhecem dificuldades financeiras. Os custos sobem, as receitas nem por isso.
Os dragões golearam no estádio da Constituição, as águias deram troco na inauguração das Antas. Antes do clássico, fazemos uma viagem por 94 anos de confrontos, repletos de histórias curiosas e figuras icónicas. E deixando no ar a pergunta: como será no domingo, no estádio do Dragão?
Nasceu no Porto, mas ficou benfiquista ao ver as finais da Taça dos Campeões dos anos 60. Jogou 14 épocas nas águias, foi selecionador e vice-presidente da Federação. Entre as muitas histórias que contou, destaca-se a do avô que, no estádio das Antas, queria entrar no relvado para discutir com o árbitro que o expulsou.
Italiano é descrito como o rei da moda. Morreu em casa, em Milão, aos 91 anos.
O descontentamento que se vive dentro da Polícia de Segurança Pública resulta de décadas de acumulação de fragilidades estruturais: salários de entrada pouco acima do mínimo nacional, suplementos que não refletem o risco real da função, instalações degradadas e falta de meios operacionais.
O verão de 1975 foi marcado pela fuga dos portugueses, pela luta entre os movimentos independentistas e pela interferência das grandes potências: EUA e URSS.
Faleceu esta sexta-feira, dia em que completou 75 anos.
O que têm para nos oferecer as ilhas atlânticas portuguesas? Muito, seja qual for a ilha escolhida para as férias. Fizemos-lhe um guia de viagem.
É a mais recente tendência das companhias de cruzeiros: em vez do típico itinerário pelas cidades turísticas, ter uma experiência num destino exclusivo – sem multidões.