Proteger sem proibir
Não se trata de censura. Não se trata de proibir o futuro. Trata-se de criar equilíbrio. A liberdade digital das crianças deve caminhar lado a lado com a sua proteção.
Não se trata de censura. Não se trata de proibir o futuro. Trata-se de criar equilíbrio. A liberdade digital das crianças deve caminhar lado a lado com a sua proteção.
Novo filme “Aqui Nunca é Demais” reforça o Centro de Portugal como destino inovador e emocional na BTL 2026.
Com ganhos territoriais mínimos e um sacrifício humano colossal, Putin vive o dilema de todos os tiranos: sabe que tem de parar e sabe que não pode parar. Que fazer?
Se a comida não chega, o cliente tem de provar que estava em casa. Se o estafeta declara que ligou, o sistema regista essa versão como válida. A presunção parece funcionar sempre contra quem paga.
Tal como os macacos, também rejeitamos sem razão. Afastamo-nos do que sentimos como diferente numa reacção primária, movida pelo medo de não pertencer, de não ser reconhecido, de ser excluído sem explicação.
Continuamos humanos, gregários, sociais, empáticos e ainda capazes de pensamento crítico (o resultado das eleições presidenciais é disso um bom exemplo) mas, para onde quer que olhemos multiplicam-se os exemplos e os relatos de como a tecnologia está a transformar a forma como vivemos e consequentemente as pessoas que (ainda) somos.
Bruxelas considera ainda que a rede social ignorou indicadores importantes de utilização compulsiva da aplicação.
É mais um líder político europeu a aderir à ideia de limitar o acesso livre às redes sociais a menores de 16 anos.
As instalações francesas da plataforma X foram alvo de buscas por alegadas irregularidades no site.
O algoritmo não consegue detectar todos os jovens menores de 16 anos e muitos continuam a usar estas redes; outros usam a partir das contas dos pais e, pasme-se, alguns mentiram na idade. Quem diria? A Dinamarca vai seguir e França anunciou que vai avançar no mesmo sentido.
As apps de encontros estão a perder utilizadores. A nova geração procura relacionamentos em festas, bares e outros encontros presenciais, como acontecia antes da Internet.
A informação é poder. E esse poder deriva do conhecimento que temos sobre os factos
Seguro a conduzir um autocarro, Cotrim a dançar na discoteca, Ventura a fazer rap racista, Manuel João Vieira com bailarinas. Pela primeira vez na história eleitoral portuguesa, a IA foi amplamente usada pelas campanhas.
As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.
Como marketing pessoal, ela usava a auto-depreciação para conquistar a audiência
O Presidente "da rua" deixa um cenário político oposto ao que encontrou em Belém em 2016. A ideia de que foi muito interventivo - sobretudo por causa das suas três dissoluções da Assembleia da República - pode ser mais mito do que realidade.