Fluxo de notícias e o mundo
A grande notícia é um bebé, uma pessoa que é a absoluta inocência, algo de raro no mundo actual, uma pessoa sem culpa.
A grande notícia é um bebé, uma pessoa que é a absoluta inocência, algo de raro no mundo actual, uma pessoa sem culpa.
A responsabilidade do scroll infinito é nossa mas, na verdade, não apenas nossa. Pela primeira vez, um regulador afirma que o vício não é fraqueza do utilizador, é arquitetura do produto.
Será que substituir professores por guias e a didática tradicional por algoritmos é a solução adequada ou apenas a versão rica e sofisticada de um velho problema estrutural?
Não há inteligência artificial responsável sem pessoas eticamente competentes. E quanto maior o risco ético, maior a exigibilidade de competência ética.
O coletivo SillySeason criou uma versão contemporânea da tragédia de Shakespeare. Com conteúdo multimédia e luzes néon, interpelam o presente. Para ver no Capitólio, em Lisboa, de 21 a 25 de julho.
Portugal representa apenas setenta e cinco por cento da produtividade média da União Europeia, e a IA surge como a alavanca escolhida para fechar essa lacuna.
As pessoas procuram alterar o rosto de acordo com imagens de si próprias geradas por chatbots: pele sem poros, maçãs do rosto muito definidas, simetria quase perfeita. Robôs, portanto.
Não apenas as mãos em Silicon Valley estão a fazer um artesanato perigoso; também a voz, as vozes em Silicon Valley, estão a ficar perigosas.
Desta vez, fiz algo diferente. Dediquei-me a procurar tintas para pintar paredes. A vida acontece.
Seguro diz que IA "permite ganhos significativos de eficiência", mas também pode ser "uma ameaça real, consoante a forma como for integrada na prática jurídica e na administração da justiça".
Conheça um resumo das principais alterações previstas ao Código do Trabalho.
Os criadores terão sempre a possibilidade de contestar a rotulagem dos seus vídeos em caso de deteção errada, assegurou o YouTube.
Agregador de eventos de cultura e artes em Portugal, o NoCartaz apresenta-se como uma agenda "sem algoritmos e sem publicidade".
Em Portugal, o parlamento aprovou em fevereiro de 2026 um projeto de lei que restringe o acesso a redes sociais para menores de 16 anos, sendo que a nova regulamentação exige consentimento parental expresso para jovens entre 13 e 16 anos e proíbe o uso antes dos 13 anos para proteger de riscos digitais e conteúdos viciantes.
Meta acabou com a encriptação ponto a ponto, que até então podia ser ativada pelos utilizadores de modo a garantir maior privacidade.