Pela democracia lutar. Contra a abstenção, votar, votar
É absolutamente necessário - mais, é verdadeiramente indispensável e vital - que a derrota de André Ventura nestas eleições seja esmagadora.
É absolutamente necessário - mais, é verdadeiramente indispensável e vital - que a derrota de André Ventura nestas eleições seja esmagadora.
Sabemos que a saúde será sempre o maior desafio para um governante que tenha a coragem de ser ministro desta matéria.
Neste contexto não há diplomacia, esperteza, habilidade que substitua a força. Ora para a Europa ter força e não precisar de lutar (pode ser preciso) essa força tem que ser evidente e vista como força e não retórica
A psicóloga Laura Sanches diz à SÁBADO que o excesso de zelo pode ter consequências negativas no desenvolvimento das crianças.
Acusado de não fazer oposição e de boicotar Suzana Garcia, PSD da Amadora tem um vereador a receber avenças do PS em Loures (e algumas são misteriosas). Suzana Garcia diz que não deve favores nem pode ser comprada. Ligações chegam à EMEL (Lisboa). Loures contratou o marido de Carla Tavares, ex-presidente da Amadora e amiga de Ricardo Leão
Ora acontece que, infelizmente, as instituições do Estado, ao seu mais alto nível, são as primeiras a prevaricar.
André Ventura disse finalmente aquilo que há tanto tempo ansiava: “Não era preciso um Salazar, eram precisos três para pôr o país em ordem”. Resta saber se esse salazarista conhece a fábula da rã que queria ser grande como um boi.
A Glam deve 1,5 milhões de euros aos seus agenciados e ao Estado. A atriz Sofia Ribeiro diz à SÁBADO estar desiludida. Como foi possível chegar aqui?
Tem razão o governo em substituir o “conceito de rendas acessíveis” para esta “moderação” que é tudo menos “acessível”. Mas em que mundo, esta gente do governo anda.
Em 1933, antes mesmo de ter sido realizada uma qualquer investigação, os nazis culparam os comunistas por esse incêndio.
À mesa dos media é, então, servido um menu em que consta, em primeiro lugar, a obtenção de um mandato das Nações Unidas reconhecendo a «autoridade suprema política e legal» desta entidade que Blair se propõe dirigir.
Marcelo tem o pedido de cidadania parado desde setembro de 2024. Jheniffer enviou toda a documentação para o mesmo efeito, no final daquele ano, e o processo nem foi aberto. As reclamações chovem ao Portal da Queixa: 277 contra o IRN, desde janeiro de 2025 até 15 de setembro.
Só espero que, tal como aconteceu em 2019, os portugueses e as portuguesas punam severamente aqueles e aquelas que, cinicamente e com um total desrespeito pela dor e o sofrimento dos sobreviventes e dos familiares dos falecidos, assumem essas atitudes indignas e repulsivas.
É de uma ironia cruel que as pessoas acabem por votar naqueles que estão apostados em destruir o Estado Social. Por isso mesmo, são responsáveis pela perda de rendimentos e de qualidade de vida da grande maioria dos portugueses e das portuguesas.