Rui Pinto reage à absolvição no caso 'Football Leaks': "Uma luz interestelar num panorama sombrio"
Hacker afirma que foi "finalmente feita justiça".
Hacker afirma que foi "finalmente feita justiça".
O humorista Eduardo Madeira acredita que o caso Joana Marques irá fazer jurisprudência e deixou-lhe um agradecimento: “Joana Marques, obrigado por nos abrires aqui uma porta para continuarmos a trabalhar”.
A dupla de cantores emitiu um comunicado após saber da absolvição de Joana Marques.
A opinão de Leonor Caldeira em podcast.
Por mais grave e chocante que o caso de Bolsonaro seja, a sua sentença é um sinal de funcionamento do regime democrático brasileiro e, por isso, um sinal de esperança no futuro
Num documento de 197 páginas entregue ao tribunal, os advogados do ex-chefe de Estado (2019-2022), de 70 anos, sustentaram que Bolsonaro é “inocente de todas as acusações” que lhe são imputadas e que “a total ausência de provas” foi demonstrada.
As defesas dos dois principais arguidos pediram a absolvição dos seus representados e, durante as alegações finais, acusaram o MP de não ter agido com o intuito da "procura e busca da verdade".
Esta quinta-feira, trazemos-lhe a notícia de uma absolvição polémica em tribunal e da indignação crescente com a política de pagamentos do Spotify.
O arguido, Fernando Valente, foi absolvido pelo tribunal de júri (constituído por três juízes e quatro jurados) de todos os crimes que lhe tinham sido imputados. O suspeito estava acusado de homicídio qualificado, aborto, profanação de cadáver, acesso ilegítimo e aquisição de moeda falsa para ser posta em circulação.
Os dois irmãos foram condenados a 10 e 16 anos de prisão por adesão a organização terrorista e crimes de guerra. Ministério Público tinha pedido pena perto da máxima e os irmãos, a absolvição.
Os quatro arguidos "nunca firmaram qualquer pacto corruptivo ou pacto administrativo" com a cúpula superior do BES/GES, afirmou o advogado.
"A absolvição. Ponto final. O julgamento foi arrasador para as teses da acusação, por isso esse seria o resultado que esperaria", afirmou o advogado Francisco Proença de Carvalho,
As defesas dos três arguidos reclamaram a absolvição dos seus clientes neste processo enquanto o MP pede nove anos de prisão para Pinho e seis para Salgado.
As alegações vão continuar a 19 de junho. Agressão ocorreu em janeiro de 2020.
Considerando não haver "nenhumas provas" de corrupção de Ricardo Salgado, Francisco Proença de Carvalho vincou que "a corrupção tem de cair por terra" e descreveu como "ridícula" a acusação do Ministério Público.
Tribunal confirmou as anteriores decisões da Relação de Évora e do Juízo Central Cível de Setúbal que haviam absolvido o dux e a entidade gestora da Universidade Lusófona dos pedidos indemnizatórios feitos pelos pais dos seis estudantes que morreram na praia do Meco, em 2013.