Sábado – Pense por si

António José Seguro confiante na vitória do "homem normal"
Rita Rato Nunes

De Penamacor a Belém, o triunfo do homem “normalíssimo”

Criou um jornal, entrevistou Ramalho Eanes, fez de “segurança” de Salman Rushdie, foi preso numa manifestação em Espanha, levou o seu gabinete no Rato para o sótão quando liderava um PS dividido. Largou tudo – e regressou. Em Belém, os boys ficam à porta, vai haver registo público de reuniões e Presidências Abertas “à Soares”.

O vídeo dos "macacos" devia ser o fim

Donald Trump não perdoa a Barack Obama porque o primeiro Presidente negro dos EUA é tudo o que o atual inquilino da Casa Branca nunca conseguiu ser: prestigiado, admirado, competente, agregador. O vídeo dos "macacos" devia ser o fim deste Presidente dos EUA. Só que já não estamos aí. Ao menos em Portugal os eleitores não falharam: foram às urnas, de goleada, dizer que preferem em Belém um homem decente e um democrata acima de qualquer suspeita. Ao menos isso.

Cuidados intensivos

Novo dicionário presidencial

Seguro lembra a Suíça: previsível, rotineira, neutra no bom sentido. Se fizer o que promete – não extravasar a Constituição, colaborar para resolver problemas, actuar sem amarras partidárias e usar a palavra com conta, peso e medida – é preferível esta Suíça a qualquer alternativa tropical ou africana.

Editorial

O combate não é contra o socialismo

Seguro lidera as intenções de voto não porque Seguro é Seguro, mas porque Ventura é Ventura. Porque os portugueses não querem “três Salazares” (nem um, nem dois), não almejam um Presidente só de alguns, nem um Presidente que ameaça interferir com uma justiça já de si fragilizada

Farinha do mesmo saco

Israel é um país democrático. No reino do Aiatolá, a garantia resume-se à execução. Ides para lá de barquinho e depois digam como é o além.

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