Pôr os olhos em Mamdani
Pôr os olhos em Mamdani e em Burnham é perceber que o caminho passa por se apresentar como alternativa ao centrismo, desde logo ao PS.
Pôr os olhos em Mamdani e em Burnham é perceber que o caminho passa por se apresentar como alternativa ao centrismo, desde logo ao PS.
Jogo foi decidido no prolongamento.
O regime cubano, que passou mais de 60 anos a acreditar que a economia podia ser gerida como quem organiza uma festa de aniversário, "tu levas os salgadinhos, eu trato dos refrigerantes e o Estado decide quanto custa cada um", descobriu agora uma realidade surpreendente: tabelar preços produz escassez, filas, mercado paralelo, corrupção e desinvestimento.
Wagner Moura e Christiane Jatahy levam ao CCB, em Lisboa, "Um Julgamento – Depois do Inimigo do Povo", peça que parte de Ibsen para falar de pós-verdade e democracia. Apresentaram-na esta tarde, em conferência de imprensa.
Maria do Rosário largou a academia para se estrear na política e, no PSD, espera-se que a filha Inês, focada na na advocacia e com um pé no partido, tenha um papel maior no futuro. António Ramalho, o ex-CEO do Novo Banco, saiu da gestão executiva, mas está em muitos sítios. Breve retrato de uma família na roda do poder.
Quatro anos depois de voltar aos palcos, a banda prepara agora, para 17 de julho, um concerto com orquestra em Matosinhos. Acompanhámos os preparativos e falámos com eles sobre o futuro.
A tragédia na Venezuela faz pensar no nível de preparação em Portugal, onde se registaram sismos recentemente
Durante semanas, a esquerda portuguesa acreditou que o Chega seria o parceiro da AD para “atraiçoar” os trabalhadores, aprovando a reforma laboral.
O padrão é o mesmo: em Portugal legisla-se mal, sem planear políticas públicas, sem identificar com rigor os problemas, sem fundamentar as propostas de solução, sem medir os impactos do que foi feito.
Mamdani apoiou três candidatos da esquerda dentro do partido democrata para a Câmara dos Representantes na cidade de Nova Iorque.
Durante semanas, a esquerda portuguesa acreditou que o Chega seria o parceiro da AD para “atraiçoar” os trabalhadores, aprovando a reforma laboral.
O Chega está a amparar o PSD em vários municípios em troca de nomeações para os seus dirigentes e candidatos. Em Sintra, por exemplo, o partido liderado por Ventura tomou conta da Polícia Municipal e já distribuiu cargos por militantes.
Foi estranho ver um Governo minoritário empenhar capital político numa reforma superficial, que bateria sempre de frente contra uma maioria iliberal.
Andy Burnham deixou a Câmara de Manchester para exercer o cargo de deputado no Parlamento britânico. Menos de uma semana depois, é candidato a primeiro-ministro e líder do Partido Trabalhista.
Maioria da bancada parlamentar do Chega desconhecia que o partido ia votar, alinhado com a esquerda, contra a proposta do Governo para rever a lei laboral. Desconhecimento levou a que muitos deputados tenham demorado a reagir na hora de votar.
"Perante uma reforma que falhe por causa da esquerda e do Chega, a IL irá apresentar medidas que melhorem a vida dos portugueses", disse deputado liberal.