Andy Burnham, crítico de Keir Starmer, eleito deputado por Makerfield
O que lhe permite desafiar o primeiro-ministro na liderança do Partido Trabalhista.
O que lhe permite desafiar o primeiro-ministro na liderança do Partido Trabalhista.
Nenhum partido político na história de Malta ganhou alguma vez quatro eleições legislativas consecutivas.
A "guerra civil" no Partido Trabalhista pode significar o fim definitivo do bipartidarismo no Reino Unido. Mas quer dizer muito mais: deixou de ser possível governar ao centro e pode ser impossível impedir que quem beneficie do disparate do Brexit seja quem o tenha promovido. Ainda falta muito tempo para terminar a legislatura do Labour, mas talvez seja tarde para evitar o pior.
Como em Portugal e muitos outros países, a política britânica fragmentou-se. No caso, não só se regista a ascensão da extrema-direita e o crescimento dos partidos nacionalistas no País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte, como mais recentemente, o surgimento dos Verdes, pela esquerda do Labour. Isto desafia um sistema eleitoral com círculos uninominais, que favorece fortemente o bipartidarismo e o voto útil.
De filho de imigrantes paquistaneses, o presidente da Câmara de uma das maiores cidades europeias lidera há dez anos a capital inglesa ao serviço do Partido Trabalhista e já implementou medidas ambientais, sociais e de habitação social. Mas não é socialista e não pode ser comparado ao homólogo em Nova Iorque, Zohran Mamdani.
O caso foi encaminhado para o comissário parlamentar responsável pela investigação pelo principal partido da oposição, o Partido Conservador, que argumenta que a doação deveria ter sido declarada a partir do momento em que Farage foi eleito para entrar no Parlamento.
Primeiro-ministro britânico está sob forte contestação interna no Partido Trabalhista, que se agudizou depois das recentes eleições locais.
O resultado das mais recentes eleições locais em Inglaterra e parlamentares no País de Gales e na Escócia podem ditar o futuro de um Reino Unido com o Partido Trabalhista fracassado e o Reform UK de Nigel Farage a subir.
Primeiro as más notícias: na terça‑feira, as taxas de juro da dívida a cinco anos chegaram aos 9,02% e o País ficou apenas um nível acima de “lixo”, depois de a agência Standard & Poor’s ter voltado a baixar o rating. Agora as péssimas notícias: nos próximos anos, a sua vida será ainda pior. Para saber o que deve esperar, a SÁBADO preparou um dossiê especial onde lhe conta o que vai mudar em Portugal, o que aconteceu na Grécia e na Irlanda com a entrada do FMI e o que pretendem fazer PS e PSD se ganharem as eleições.
As alterações climáticas, o aumento do consumo e os desafios operacionais estão os fatores apontados para a subida de preço do café moído.
País pretendia seguir o modelo da Austrália, mas a medida acabou por ser chumbada no parlamento.
Em agosto de 1953, um golpe orquestrado pela CIA depôs o primeiro-ministro. As relações iraniano-americanas nunca mais se endireitaram e um outro golpe, o de 1979, instalou o “Grande Satã” como inimigo do regime xiita. O recente ataque é só a nova fase quente de uma velha guerra
Por ter quebrado promessas e não ter até agora estado à altura de responder ao desafio de lutar "pela alma do nosso país" é de antever o pior para Keir Starmer.
O “serviço de informações” do PPD era completamente desconhecido, até que o Arquivo Ephemera publicitou a sua existência e divulgou alguns dos seus documentos que estão na exposição.
Starmer tem agendada para hoje uma conversa telefónica com Macron e com o chanceler alemão, Friedrich Merz, para abordar a grave crise humanitária na Faixa de Gaza e tentar desbloquear uma ajuda humanitária que está a ser gerida por Israel sob fortes críticas de organizações internacionais.
Com o populista Nigel Farage cada vez mais uma ameaça, o primeiro-ministro inglês atacou as “fronteiras abertas” e entrada em massa de estrangeiros.