Doentes urgentes com espera de mais de 12 horas no hospital Amadora-Sintra
Segundo dados do portal do Serviço Nacional de Saúde.
Segundo dados do portal do Serviço Nacional de Saúde.
De acordo com informação do Serviço Nacional de Saúde
Segundo dados do portal do Serviço Nacional de Saúde.
De acordo com a informação divulgada no portal do Serviço Nacional de Saúde.
O candidato à presidência da República Henrique Gouveia e Melo defendeu esta sexta-feira que é necessário perceber que modelo do Serviço Nacional de Saúde (SNS) é que o país precisa e como compatibilizá-lo com a medicina privada.
Marcelo Rebelo de Sousa saiu esta quarta-feira do hospital sorridente, bem disposto, e fez questão de elogiar o Serviço Nacional de Saúde. O Presidente da República deixou também palavras de agradecimento ao pessoal médico e a todos os trabalhadores do Hospital de São João, onde foi operado.
Quatro Global de referência (QGR) do Serviço Nacional de Saúde publicado no ano passado apontava para um aumento da percentagem de utentes com médico de família atribuído, que passaria dos 86% em 2024 para 91% este ano e 98% em 2026.
Ainda assim, o primeiro-ministro voltou a rejeitar a ideia de que o seu executivo se prepare para fazer cortes no Serviço Nacional de Saúde.
Carlos Cortes salientou a necessidade de “dar uma resposta [...] de qualidade e de segurança”.
No total representam 8,9% dos utentes inscritos no Serviço Nacional de Saúde.
Já foram administradas 1.088.936 vacinas contra a Covid-19, das quais 557.369 em estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e 530.625 em farmácias.
Em resposta, Luís Montenegro disse que “é fácil chegar à conclusão que a capacidade da administração pública não é suficiente”, mas defendeu que estão a ser tomadas medidas para aumentar os incentivos para o recrutamento e a manutenção de médicos no Serviço Nacional de Saúde.
Vários hospitais do Serviço Nacional de Saúde receberam 23 vítimas do descarrilamento, 13 feridos ligeiros e 10 graves.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou, na quinta-feira, o reforço de cuidados de saúde nas zonas afetadas pelos incêndios florestais, incluindo a isenção de taxas moderadoras e a dispensa gratuita de medicamento pelas unidades de saúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
A DE-SNS afirmou que a resposta prestada é "congruente com os protocolos de referenciação e de acesso em vigor, tendo sido assegurada a continuidade assistencial ao longo de todo o percurso da utente no Serviço Nacional de Saúde".
Segundo a federação sindical, os trabalhadores exigem a "valorização da sua carreira profissional, criada há dois anos, mas sem o reconhecimento da sua importância enquanto carreira especial do Serviço Nacional de Saúde (SNS)".