BE Lisboa denuncia suspensão do programa de renda acessível jovem
Presidente da Câmara disse que estão a ser esclarecidas dúvidas sobre a plataforma do programa.
Presidente da Câmara disse que estão a ser esclarecidas dúvidas sobre a plataforma do programa.
Dois concursos do programa "Arrendar para Subarrendar" foram anulados devido a problemas informáticos. Concursos previam a atribuição de 130 casas, com renda acessível, em 24 concelhos. Famílias afetadas ameaçam levar o caso a tribunal.
As habitações a concurso estão localizadas em 18 das 24 freguesias da cidade de Lisboa, das quais "dezena e meia estão em reabilitação em zonas históricas".
Carlos Moedas salientou que foi ultrapassada a marca das 1.200 habitações entregues neste mandato.
A primeira pedra de novo edifício é lançada nesta quinta-feira, 13. Em plena crise da habitação, a câmara de Lisboa tenta atrair a classe média para o centro da cidade.
É admitido nos concursos quem estiver registado na Plataforma do Arrendamento Acessível, além de preencher as condições do Programa de Arrendamento Acessível.
António Fonseca, atual presidente da Junta do Centro Histórico do Porto, eleito nas listas do presidente do município, o independente Rui Moreira, questionou como é que um casal jovem consegue constituir família pagando 800 euros por um T2 e um emprego precário.
Apesar de não ter cumprido o objetivo de atribuir 6.000 casas de renda acessível no mandato atual -- a chegar ao fim -, o ainda presidente da Câmara prometeu para os próximos quatro anos um mínimo de 5.000 fogos ao abrigo do Programa Renda Acessível, através do qual as rendas não ultrapassam 30% do rendimento líquido das famílias.
A arquiteta Inês Lobo será a número dois de Medina. Não é uma desconhecida na pasta do Urbanismo: foi escolhida por Salgado para fazer parte de uma bolsa para construir casas de renda acessível sem concurso público e desenhou um projeto que quer revolucionar a Colina de Santana.
O período de candidaturas começa hoje às 18h00 e termina às 17h00 do dia 26 de agosto.
No ano passado, a maioria das candidaturas ao Programa de Arrendamento Acessível de Lisboa era feita por casais ou casais com filhos. Este ano, a grande fatia pertence a pessoas singulares. As estatísticas dos candidatos dizem que "o problema habitacional é transversal e não afeta só as pessoas de baixos rendimentos".
Até ao momento, a Câmara de Lisboa atribuiu um total de 432 fogos ao abrigo do PRA e estima entregar, até ao final do mandato, cerca de 250 casas, adiantou a vereadora da Habitação.
PS votou ao lado de PSD e CDS na Assembleia de Freguesia de Belém contra projeto do Programa de Renda Acessível para o Alto do Restelo. Um dos membros socialistas daquele órgão é Teresa Almeida, presidente da CCDR de Lisboa e Vale do Tejo.
Moradores estão contra projeto para construir até 772 casas (440 de renda acessível), que acreditam violar PDM e desrespeitar o sistema de vistas. Junta tem parecer negativo e há uma petição que em 24 horas recebeu mais de 1.500 assinaturas.
A Câmara de Lisboa adianta que as operações agora aprovadas "envolvem a construção de cerca de 1.000 habitações, das quais 700 em renda acessível".
Um ano e meio depois de ter sido lançado, o Programa de Arrendamento Acessível do Estado conta apenas com 335 contratos assinados, muito longe das metas iniciais. Marina Gonçalves considera que os incentivos possíveis para convencer os proprietários já estão contemplados e recusa rever as regras.