A palavra reforma não deve ficar associada a perda de direitos legítimos
Trump é a marioneta que eles usam. Trump promete que durante uns dias não haverá ataques, mas logo a seguir Israel com o apoio americano faz novos ataques.
Trump é a marioneta que eles usam. Trump promete que durante uns dias não haverá ataques, mas logo a seguir Israel com o apoio americano faz novos ataques.
Esta direita radical participa no processo eleitoral, embora tente sempre diminuir o eleitorado que não lhe é favorável, como acontece com a tentativa de Trump de dificultar o acesso às urnas das zonas onde, por exemplo, há maiorias negras que lhe são hostis.
“Este” Israel tem uma capacidade de manipular Trump e foi o que aconteceu. O único limite para essa manipulação, que já teve todos os resultados pretendidos, são os medos de Trump, todos eles associados com os desastres económicos que a guerra provocou, no preço do petróleo, na bolsa e na sua imagem de Capitão América que precisa de proclamar vitória na derrota.
As opções da política externa portuguesa podem ser a favor ou contra a acção americana e israelita, sujeitas a debate e contradição. Mas a base americana nos Açores e a sua utilização no ataque ao Irão é um aspecto distinto dessas opções na medida que há questões de soberania e um tratado, que importa saber se foi ou não cumprido.
A newsletter de quarta-feira.
Era um espectáculo ver os republicanos a aplaudir de pé uma frase de Trump, esboçar o gesto de se sentar e levantar-se de imediato de novo para, mais uma vez, aplaudir. Não sei quantos segundos estiveram sentados nas duas horas dos discursos, deve ter sido um cansaço. Bem feito.
No cibercrime, os esquemas cada vez mais sofisticados e a forma de evitá-los. Na política, as regalias dos governantes deslocados.
Onde antes havia bombeiros agora há “operacionais”. E é espantoso o prazer com que se usa expressões como “comboio de tempestades”, “rio atmosférico”. Podem até ter origem científica e técnica, mas o seu uso e abuso denota mais um perverso gosto pela novidade lexical que muitos jornalistas tem.
Portugal é um país pobre no papel e importância dos baixos salários, na crise da habitação para os que não tem milhões para comprar casa, na desigualdade e exclusão social, em elites que deslumbradas pela tecnologia estão a destruir o papel fundamental da escola como elevador social, criando gerações que mal falam português, não sabem escrever e não leem.
Segundo a fonte da Câmara de Almada, 23 dos 30 moradores foram acolhidos pela autarquia, enquanto os restantes sete encontraram outras soluções de alojamento.
Ganhou o Presidente Zen. Presumo que Seguro nunca tenha lido Daisetsu Teitaro Suzuki, mas o seu principal mérito é ter percebido que a forma mais eficaz de derrotar o candidato Ventura/ Godzilla
A origem do dinheiro do grupo de Mário Machado e o atraso das indemnizações da Igreja Católica estão entre as manchetes desta quarta-feira
Não me parece haver qualquer negligência especial face à tempestade que devastou o centro do país. A queixa é tão previsível e tão expectável que mesmo que tudo fosse perfeito haveria sempre críticas.
O frente a frente dos dois candidatos na corrida a Belém, Seguro vs Ventura, pode vir a ser decisivo nos resultados e, por isso, merece escrutínio. No Governo, faz-se a dança das cadeiras dos líderes hospitalares.
Sou, como sabem, um defensor de uma ideia bastante lata da liberdade de expressão
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.