Do ataque à soberania aos gastos em armamento assim veem os partidos o orçamento da UE
Negociações entram agora numa fase decisiva.
Negociações entram agora numa fase decisiva.
Fernando Alexandre acredita nessa ideia uma vez que o Governo aumentou o apoio social aos estudantes.
Diploma foi aprovado com unanimidade. Requerimentos do Chega, do PCP e do Livre foram rejeitado com os votos contra do PSD, CDS-PP e IL, e com a abstenção do PS.
Paulo Raimundo considerou esta sexta-feira que o primeiro-ministro tem jeito para ser bailarino, sobretudo na dança a três, entre os partidos PSD, PS e o Chega.
Hugo Soares atacou esta sexta-feira o PS e reforçou que foi o "Governo da geringonça" que enganou os portugueses ao longo de oito anos. O líder parlamentar do PSD criticou ainda Mário Centeno, ex-ministro das Finanças. Hugo Soares refere-se a uma entrevista feita a Centeno na qual ele não anunciou uma candidatura à liderança do PS, mas também não negou a possibilidade de o fazer.
Primeiro-ministro dedicou parte da sua intervenção na AR a reagir às críticas de despesismo do antigo ministro das Finanças do PS, Mário Centeno.
Questão em torno dos dotes de dança surgiu no debate quinzenal, a propósito do teor da proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2027.
Descongelamento do valor previsto na proposta de Orçamento do Estado de 2027.
Em causa estão os casos dos investimentos para conclusão de projetos PRR e para recuperação dos prejuízos das tempestades.
Sobre o Orçamento do Estado para 2027.
Proposta será apresentada esta quinta-feira.
Um país envelhecido, mais preocupado em manter o que tem do que em ter o que lhe falta, deixa-se ir na inércia.
Proposta vai ser apresentada em conferência de imprensa às 16h00.
Vereadora do PSD acusou o socialista Vítor Ferreira de não ter entregado "em tempo útil" contratos públicos pedidos pela oposição.
Soluções propostas são diferentes entre os vários partidos.
Há um vazio gritante no discurso do governo, que, se não o preencher, vai continuar a ser cavalgado pelo Chega: o MNE não conseguiu dizer o mais simples, que é contra o mecanismo de reparações para corrigir erros passados que não têm correção presente possível. Ou seja, Rangel não se veio embora sem dizer nada. Verdade histórica, reconhecimento de erros, a admissão de responsabilidade, são uma coisa. Culpas e penas coletivas e transmissíveis só existem em regimes jurídicos não democráticos.