Portugal entre os países da UE com menor poder de compra e maior subida na habitação
Embora Portugal tenha um custo de vida abaixo da média europeia o poder de compra da população é o sexto mais baixo entre os 27.
Embora Portugal tenha um custo de vida abaixo da média europeia o poder de compra da população é o sexto mais baixo entre os 27.
A Pordata indica que Portugal tem "uma taxa de crescimento médio anual de 34,3% face a 8,8%" a nível médio europeu.
Há uns anos, perante uma mudança de residência para o outro lado do Tejo recebiam-se apenas comentários preconceituosos. Porém, longe vai a imagem de dormitório da capital – hoje, todos realçam a vida sossegada e o preço mais acessível das casas. Mas ainda há grandes projetos pensados para o território, que teimam em não sair do papel.
O ministro que falava 30 segundos em inglês e francês, os comentários de Thatcher (que chamava aos portugueses “bárbaros educados”) e outras memórias da adesão.
Rejeitam as pantufas e o sofá com o fito de dar mais vida aos anos. Bons exemplos de quem contraria o prazo de validade com que a sociedade tende a carimbar os que saem do mercado de trabalho. E os especialistas que empurram os seniores para o exercício, a comida saudável e o convívio.
Em sede de OE2026, o Chega propõe Plano Nacional de Remigração, que poderá abranger imigrantes desempregados. A deputada Cristina Rodrigues é uma das responsáveis pela proposta.
Desde as presidenciais de 1976, os eleitores puseram nas urnas 49,84 milhões de votos. A eleição em que participaram mais eleitores, em termos absolutos, foi a de 1986.
Urgências fechadas, grupos de WhatsApp para combinar inflação de preços, bases de dados suspeitas: como uma manobra orçamental de Sócrates viciou o SNS em prestadores e criou um negócio milionário para as multinacionais de recrutamento. Só este ano, até agosto, foram pagos €230 milhões. Uma única empresa já faturou €56 milhões, desde 2009.
Apenas Malta (com 4,1 toneladas) e a Suécia (4,2 toneladas) emitem menos gases com efeito de estufa do que Portugal.
O número de trabalhadores em Portugal ascende a 5,1 milhões e, destes, a maior parte (34%) tem pelo menos o ensino superior. Esta percentagem compara com os 28% de empregadores que completaram este nível de ensino.
Mulheres ganham, em média, menos 16% do que os homens, com uma diferença de 238 euros no ganho médio mensal.
No início da próxima década, se nada for feito, faltarão mais de 30000 professores. A falta de professores acontecerá em todos os níveis e em quase todas as disciplinas.
Foi no grupo de crianças e jovens que a taxa de risco de pobreza mais se agravou, bem como nas famílias com crianças dependentes, diz a Pordata.