André Ventura diz que esclarecimento da PGR sobre Gouveia e Melo foi "um bom indício"
O candidato do Chega considerou importante que se saiba, no caso de uma investigação criminal, qual a sua conclusão.
O candidato do Chega considerou importante que se saiba, no caso de uma investigação criminal, qual a sua conclusão.
O Ministério Público (MP) de Almada está a investigar ajustes diretos autorizados por Henrique Gouveia e Melo enquanto comandante Naval da Marinha entre 2017 e 2020, depois da SÁBADO ter noticiado esta investigação o MP garantiu que está perto do fim e que Gouveia e Melo não é arguido. O jornalista Carlos Rodrigues Lima lembrou que pediu esclarecimentos, mas não obteve resposta sobre este assunto.
Na sequência da notícia avançada em exclusivo pela SÁBADO.
Foi a transparência forçada, que Montenegro não quis, que lhe permitiu (talvez com propósito?) reforçar-se em eleições e ainda vir agora armar-se em vítima – por isso não vale a pena vir queixar-se num tom que teve mais de emotivo do que de racional
Tribunal ordenou que o Chega retire os cartazes alusivos à comunidade cigana. Decisão não agradou André Ventura,
"Analisada a denúncia anónima e a documentação anexa, verificou-se que a informação reportada, de parco detalhe, não descreve qualquer concreto facto suscetível de integrar crime", lê-se.
Candidato presidencial reagia ao arquivamento da averiguação preventiva.
Candidato presidencial referia-se às declarações de Luís Montenegro, que disse que o MP promoveu uma averiguação preventiva que, na prática, foi um autêntico "inquérito criminal".
PJ deteve a 14 de dezembro, no Aeroporto Figo Maduro, o chefe de protocolo de Sissoco Embaló, por suspeita de contrabando e branqueamento de capitais.
A PGR arquivou a averiguação à empresa familiar do primeiro-ministro, Luís Montenegro. Em comunicação ao fim do dia
Hugo Soares garante que o primeiro-ministro é sério e "à prova de bala".
Ministro da Defesa diz que "nunca teve dúvidas" sobre o tema.
Não é possível condenar convictamente um alegado abuso e, ao mesmo tempo, quem nos permitiu ter conhecimento desse abuso.
O PGR lamentou que esteja "na ordem do dia criticar o procurador-geral e o Ministério Público".
Amadeu Guerra lamentou que os documentos solicitados à empresa e aos seus clientes não tenham sido "entregues com a celeridade" que Ministério Público pretendia.
João Cotrim de Figueiredo e Catarina Martins estiveram frente a frente para um debate presidencial.