Barack Obama hoje em Portugal para conversa sobre liderança e resiliência
É o orador principal na sexta edição do Game Changers Forum, em Lisboa.
É o orador principal na sexta edição do Game Changers Forum, em Lisboa.
Presidente chinês foi recebido com toda a pompa nos EUA, mas no campo prático ainda não houve avanços significativos.
Caímos na era dos múltiplos riscos. Têm origens diferentes, mas entrecruzam-se e, ocorrendo no mesmo momento histórico, provocam efeitos cumulativos. Para lá da vulnerabilidade política (desastre Trump, incerteza europeia) e da ameaça bélica (passada russa a Leste, instabilidade no Médio Oriente), há também a emergência climática (verão mais quente e mortífero de sempre na Europa) e a vertigem tecnológica (alertas sobre possível "desalinhamento" na IA).
Convenceram Obama a vir discursar a Lisboa, sentam-se à mesa com ministros e fecham negócios. Neste tipo de clubes, alarga-se a rede de contactos a círculos de poder.
Do Golfo do México ao Novo México, passando por montanhas, aeroportos e instituições, o presidente dos Estados Unidos tem feito dos nomes uma batalha política.
Cofundadora da revista Ms., transformou experiências silenciadas numa luta coletiva pela igualdade, pela liberdade e pelo direito de escolha. Morreu a 2 de setembro, aos 92 anos.
A medida estipula que a Rede de Combate aos Crimes Financeiros (FinCEN) não tomará medidas coercivas contra as entidades financeiras que prestem serviços autorizados na Venezuela, país sob sanções pelo menos até 29 de janeiro de 2027.
Na última sexta-feira o grupo hoteleiro Meliá despediu-se de Cuba. Era um dos últimos resistentes, depois de várias outras cadeias e companhias aéreas terem abandonado a operação nesta ilha das Caraíbas. Mais de 65 anos depois do embargo iniciado pelos EUA, o país enfrenta um dos piores momentos da sua história.
Após novas ameaças de Donald Trump.
A Casa Branca tornou-se uma máquina de fazer dinheiro. A família do Presidente tem ganho milhões em criptomoedas, imobiliário e até em bíblias e chapéus.
Portugal não tem uma cultura patriótica, não conhece a sua história, não tem valores sobre a sua identidade, despreza a língua portuguesa, e torna-se palco da manipulação sistemática nas redes sociais. Com uma excepção perversa: o futebol.
O historiador australiano aceitou o desafio de escrever um livro que conta a história dos Estados Unidos vista por alguém que não um norte-americano.
O “país excecional e indispensável” chega aos 250 anos com um Presidente que promoveu um ataque ao Capitólio. Não, não é um detalhe passageiro. Provavelmente, acabará mal.
Há um ano mudou de vida: deixou a televisão, voltou-se para o digital e garante que foi o "empurrão" de que precisava para se realizar. Faz caminhadas diárias para refletir, adora Sintra, dançar e viajar. E vibra com a Seleção
Teerão é um vencedor parcial. Consegue amarrar um suposto sucesso de Trump à sobrevivência do regime criminoso iraniano (oh, suprema ironia) e passou a saber que tem um instrumento de negociação e eventual coação muito mais efetivo do que o longínquo e custoso objetivo de chegar às armas nucleares ou comprá-las: o controlo de Ormuz, claro.