Sábado – Pense por si

Crise institucional na Nova de Lisboa após professor contestar eleição de reitor em tribunal
Bruno Faria Lopes

O desafio solitário que abriu uma crise na Universidade Nova de Lisboa

Um professor gastou 5 mil euros do seu bolso para provar que a universidade estava a barrá-lo injustamente de candidatar-se a reitor da UNL. A sua vitória em tribunal mergulhou a Nova num imbróglio jurídico, que cai em cima de guerras internas. Repetição da eleição do reitor arrisca esbarrar de novo numa batalha jurídica.

Eleição do reitor da UNL continua envolta em polémica
Bruno Faria Lopes

NovaSBE contesta legitimidade da eleição do reitor da Universidade Nova de Lisboa

O Conselho Geral da Universidade Nova de Lisboa termina o mandato este mês, mas considera ter condições para eleger o reitor a 24 de abril. A Nova SBE, uma das escolas da UNL, “acompanha com preocupação crescente a legitimidade democrática do processo” e diz estar a “avaliar todos os mecanismos” para garanti-la. Imbróglio jurídico cai sobre o pano de fundo de conflitos internos.

Luísa Oliveira

Cátia Batista: "As mulheres escolhem as áreas no mercado que pagam menos"

Defende um tipo de estudo de proximidade que provoque modificações reais na vida das populações. Agora que subirá mais um degrau na sua carreira académica, na Nova SBE, a economista imprimirá um cunho mais feminino à investigação, nem que seja enquanto exemplo para outras mulheres batalharem por chegarem mais longe num mundo ainda dominado pelos homens

Nova SBE quer autonomia da Universidade Nova de Lisboa com apoio do Governo
Bruno Faria Lopes

NovaSBE em conversas com o Governo para ter mais autonomia

Direção da faculdade e Ministério da Educação estão em diálogo sobre como dar mais liberdade de gestão face à casa-mãe, a Universidade Nova de Lisboa. Alteração no nome da SBE é vista como um sinal de uma hostilidade maior - da reitoria e do Conselho Geral da Nova - face ao modelo de ensino e de negócio da faculdade.

A última greve geral conjunta aconteceu em 2013.
Bruno Faria Lopes

UGT e CGTP representam 7% do privado (e não mostram as suas finanças)

A central sindical que o Governo procura convencer para aprovar a reforma laboral, a UGT, não representa muito mais do que 2% dos trabalhadores do privado. CGTP tem situação financeira mais sólida, mas nenhuma central publica as contas (ou aceita dar acesso). As duas mantêm contactos informais antes da primeira greve geral conjunta em 12 anos.

Ministro das Finanças impôs cortes a Ana Paula Martins
Rita Rato Nunes

Saúde desespera com dieta das Finanças

Reduzir as verbas para exames, medicamentos, pacemakers e transporte de doentes: as ideias do ministério de Ana Paula Martins perante o maior corte desde a troika.

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