Que outros países estão na mira de Trump?
Depois do ataque à Venezuela e da captura do presidente Nicolás Maduro, Donald Trump já lançou avisos a vários países. “O domínio americano no hemisfério Ocidental nunca mais será questionado”, garantiu.
Depois do ataque à Venezuela e da captura do presidente Nicolás Maduro, Donald Trump já lançou avisos a vários países. “O domínio americano no hemisfério Ocidental nunca mais será questionado”, garantiu.
Os militares dos Estados Unidos envolvidos na captura (Delta Force) terão prestado os primeiros socorros no exterior do complexo presidencial.
Trata-se da primeira mudança anunciada por Delcy Rodríguez desde que assumiu o cargo, após a captura de Nicolás Maduro.
O líder democrata no Senado dos EUA, Chuck Schumer, afirmou, esta segunda-feira, que a administração Trump não tem uma estratégia clara para a Venezuela, após a captura do presidente Nicolás Maduro. Schumer criticou ainda a falta de rumo e alertou para o que descreveu como “caos” da atuação norte-americana no país.
Na primeira apresentação enquanto representante de Maduro, Pollack questionou a legalidade do sequestro pelas forças norte-americanas e argumentou que o líder venezuelano tem direito à imunidade enquanto chefe de um Estado soberano.
Vice-presidente, esta segunda-feira tomou posse como presidente interina da Venezuela, depois de Nicolás Maduro ter sido detido pelas forças norte-americanas e removido do cargo. A cerimónia foi supervisionada pelo Tribunal Supremo venezuelano e apoiada pelas Forças Armadas, que reconheceram a sua autoridade para garantir a continuidade do governo.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, apelou a uma transição pacífica para a democracia na Venezuela, mas recusou-se a criticar o ataque dos EUA, que capturaram o presidente Nicolás Maduro e a sua esposa.
O embaixador norte-americano na ONU, Mike Waltz, defendeu a detenção de Nicolás Maduro como uma operação “cirúrgica” de aplicação da lei, após os EUA terem capturado este fim de semana. As Nações Unidas alertam, no entanto, que a ação unilateral poderá violar o direito internacional.
O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e a sua mulher, Cilia Flores, foram transportados da prisão onde estão detidos e chegaram ao tribunal federal de Manhattan, no estado norte-americano de Nova Iorque, onde esta segunda-feira, vão começar a ser julgados.
Depois dos ataques na Venezuela e sequestro de Nicolás Maduro, crescem as preocupações relativas às anteriores ameaças do executivo.
Nicolás Maduro e a mulher já deixaram o centro de detenção de Brooklyn. O Presidente venezuelano deposto ser ouvido no tribunal federal de Manhattan, onde responderá por narcoterrorismo e posse de armas.
Clayton Seigle, especialista em risco político na indústria de energia, explica as especificidades do petróleo venezuelano, que um roteiro credível para a estabilidade política na Venezuela é fundamental e de como a deposição de Nicolás Maduro pode preocupar países como a China e Rússia.
Algumas dezenas de manifestantes reuniram-se, no domingo, em frente à prisão de Brooklyn, Nova Iorque, onde o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, está detido, em protesto contra a intervenção militar dos EUA na Venezuela.
O filho de Maduro sublinhou que a mobilização popular deve centrar-se em “erguer as bandeiras da dignidade” e rejeitar qualquer perceção de fraqueza.
Imagens mostram Fuerte Tiuna, um grande complexo militar em Caracas, antes e depois da operação dos EUA durante a madrugada de sábado, que levou à captura do presidente Nicolás Maduro.
O Irão considera ainda que as suas relações com a Venezuela permanecem inalteradas, apesar da saída de Maduro.