República Democrática do Congo eleva para 321 o número de mortos do surto de Ébola
Ao todo, foram confirmados 1.203 casos de Ébola.
Ao todo, foram confirmados 1.203 casos de Ébola.
O presidente da Câmara de Mação denuncia o "desprezo" por parte das operadoras, devido à demora na reparação dos estragos.
Terramoto na Indonésia foi o que provocou mais mortes, mas o do Japão foi tão forte que até deslocou a ilha principal de Honshu. No sismo que se deu na Rússia, em 1952, curiosamente não houve registo de mortos... apenas o desaparecimento de seis vacas.
Mais de um quarto dos 1.155 doentes já confirmados no país morreram.
Dois sismos na Venezuela provocaram a morte de mais de 188 mortos. Portugal será um dos países a enviar ajuda para o país.
O anterior balanço apontava para 1.096 infetados e 277 mortes
Mais de dez mil pessoas encontram-se desaparecidas.
Apesar da rápida evolução do surto de ébola no Congo, a infecciologista Margarida Tavares afirma que a transmissão fora do continente africano é rara.
O presidente da Câmara de Figueiró dos Vinhos considera que o atraso na reposição das telecomunicações leva ao isolamento da população.
Teerão é um vencedor parcial. Consegue amarrar um suposto sucesso de Trump à sobrevivência do regime criminoso iraniano (oh, suprema ironia) e passou a saber que tem um instrumento de negociação e eventual coação muito mais efetivo do que o longínquo e custoso objetivo de chegar às armas nucleares ou comprá-las: o controlo de Ormuz, claro.
Nenhum dos feridos corre risco de vida afirmou o ministro da Energia.
Ao todo, foram confirmados 1.003 casos no país.
Casal estava a caminho de um festival de teatro quando o seu carro foi encontrado junto a uma autoestrada.
Estes ataques ocorreram apesar do memorando de entendimento assinado pelos Estados Unidos e pelo Irão, que estabelece a cessação das hostilidades também no país mediterrânico.
Genealogista e fundador do portal Geneall, todas as semanas recebe 700 mensagens a atualizar casamentos, mortes e outros dados dos 5 milhões de pessoas que começou a pôr online há mais de 25 anos.
O Observatório vai pedir reuniões institucionais com as entidades governamentais para apresentar propostas concretas destinadas a reduzir o número de afogamentos em Portugal.