Zelensky revelou carta enviada por Trump sobre empenho dos EUA na paz
O Presidente dos Estados Unidos expressou ainda "confiança" no futuro da Ucrânia "como uma nação soberana e próspera" e referiu-se à "amizade" entre os dois países.
O Presidente dos Estados Unidos expressou ainda "confiança" no futuro da Ucrânia "como uma nação soberana e próspera" e referiu-se à "amizade" entre os dois países.
O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, garantiu, esta segunda-feira, que o Reino Unido vai cumprir “na íntegra” todos os compromissos assumidos com a Ucrânia, durante uma cerimónia em Kiev que assinalou o Dia da Independência ucraniano.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, reafirmou, esta segunda-feira, o apoio da União Europeia à Ucrânia durante uma visita a Kiev. Costa juntou-se a vários líderes europeus nas celebrações do Dia da Independência da Ucrânia e garantiu que a UE continuará a apoiar o país “durante o tempo que for preciso”.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e a primeira-dama, Olena Zelenska, prestaram homenagem aos soldados mortos em combate, esta segunda-feira, em Kiev, quando se assinala o Dia da Independência do país.
António José Seguro reforçou que Portugal "continuará a prestar apoio político, humanitário, financeiro e militar à Ucrânia enquanto for necessário".
Vários líderes europeus chegaram, esta segunda-feira, a Kiev para participar nas celebrações do Dia da Independência da Ucrânia. O país assinala 35 anos desde que declarou a independência da antiga União Soviética, a 24 de agosto de 1991.
A presidente da Comissão Europeia sublinha ainda que, perante a intensificação dos ataques russos, a UE está a reforçar o apoio a Kiev para “ajudar a Ucrânia a proteger a sua população e a defender o seu espaço aéreo”.
O país declarou independência em 1991. No 35.º aniversário, os serviços de segurança alertam que a Rússia pode aproveitar a concentração de pessoas para realizar ataques.
A marcha, que começou no Parque Eduardo VII, reuniu ucranianos e portugueses.
Dias antes, as autoridades russas admitiram que o país está a viver a "segunda fase" da crise dos combustíveis devido à intensificação dos ataques ucranianos às infraestruturas petrolíferas.
Vladimir Putin declarou durante uma entrevista televisão estatal russa que os ataques a alvos civis “causam danos económicos e perdas”, mas não representam “qualquer ponto de viragem” no conflito, garantindo que Kiev “nunca obterá vantagem”.
Moscovo lançou ameaças a Londres depois de a Ucrânia ter utilizado drones britânicos para atacar alvos em território russo. À SÁBADO o ex-ministro da Defesa, Azeredo Lopes, e o especialista em Relações Internacionais, José Palmeira, consideram improvável uma guerra direta entre Rússia e Reino Unido, mas deixam alertas.
Em direto da capital ucraniana para o NOW, o jornalista André Luís Alves fez o balanço dos mais recentes bombardeamentos russos contra a cidade, destacando a destruição de uma escola onde "não há pedra sobre pedra". Afirma que este foi um "ataque maciço com mísseis balísticos" e hipersónicos Kinzhal, ressalvando que se insere numa investida do Kremlin promovida desde o início do verão contra alvos civis e militares. André Luís Alves fala ainda sobre a escassez de recursos defensivos na Ucrânia, assinalando que, no apoio militar e na disponibilização de mísseis Patriot, "os Estados Unidos roeram a corda".
Uma nova vaga de ataques com mísseis russos contra a capital ucraniana provocou, na noite desta quarta para quinta-feira, pelo menos 16 mortos e 40 feridos, havendo ainda o risco de o número de vítimas mortais aumentar, devido a pessoas que permanecem soterradas nos escombros, conforme conta o jornalista em serviço especial para o NOW, André Luís Alves.