Ucrânia: Orbán acusou Zelensky de tentar envolver a Hungria na guerra
O primeiro-ministro ultra nacionalista disse que o Governo de Budapeste não quer financiar o esforço de guerra e "não quer pagar mais pelos recursos energéticos".
O primeiro-ministro ultra nacionalista disse que o Governo de Budapeste não quer financiar o esforço de guerra e "não quer pagar mais pelos recursos energéticos".
A presidente da Comissão Europeia garantiu, esta terça-feira, que a União Europeia irá conceder um empréstimo de 90 mil milhões de euros à Ucrânia. Ursula von der Leyen afirmou, também, que o 20.º pacote de sanções contra a Rússia “é uma questão de tempo”.
Não, gente: a Ucrânia "não perdeu a guerra". Muito menos lhe resta apenas "aceitar as exigências de Trump e submeter-se ao poder russo". Putin achava que tomava Kiev em quatro dias ou, vá lá, quatro semanas. Quatro anos depois, aqui estamos. Mais arriscado que o avanço russo no terreno (pífio, demorada, insuficiente) é acreditar em quem ecoa a propaganda de Moscovo. É esse o desafio: manter o apoio e permitir que a heróica resistência ucraniana não esmoreça. Não é por eles: é por nós.
O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, afirmou esta terça-feira que os aliados da Ucrânia vão continuar a dar apoio militar a Kiev. As declarações de Rutte acontecem no dia em que se assinalam quatro anos desde o início da incursão russa.
Mais de uma dezena de líderes europeus chegaram a Kiev, esta terça-feira, para demonstrar o seu apoio ao país que há quatro anos foi invadido pela Rússia. António Costa, presidente do Conselho Europeu, e Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, estiverem entre os presentes na cerimónia em memória das vítimas na Catedral de Santa Sofia.
Com a guerra a completar quatro anos, o presidente da Ucrânia dirigiu-se aos eurodeputados para agradecer o "apoio constante" e apelar a um consenso entre os Estados-membros para aprovarem o novo empréstimo de 90 mil milhões ao país. Referiu-se a Putin como "a própria guerra" e defendeu o fim do petróleo russo na UE.
O Presidente da Ucrânia defendeu que Kiev não começou nem provocou o conflito.
As medidas visam o setor energético russo, bem como redes internacionais de comércio ilícito de crude e empresas fornecedoras de equipamentos militares ao exército russo.
"Preservámos a Ucrânia e tudo faremos para alcançar a paz e para que a justiça seja feita. Queremos paz, uma paz forte, digna e duradoura", garantiu o chefe de Estado.
A líder do executivo comunitário quer "enviar uma mensagem clara ao povo ucraniano e ao agressor", de que a União Europeia não desistirá.
Estão nos radares dos serviços de informações portugueses canais de propaganda russo dedicados ao doxing, fenómeno de recolha e divulgação de dados confidenciais. Há 14 portugueses como alvo. Governo diz que estão mencionados dez voluntários, alguns dados como desaparecidos.
Apesar de um cessar-fogo parecer estar longe, está marcada mais uma ronda de negociações para esta quinta-feira.
A Rússia tem levado a cabo ataques em larga escala à Ucrânia em vésperas de se assinalar quatro anos de guerra na Ucrânia. O enviado especial do NOW Alfredo Leite relatou que "o que a Rússia tem feito é um ataque intensivo e indiscriminado" contra Kiev.
A Hungria e a Eslováquia alegam que o oleoduto já está em condições de retomar o fornecimento de petróleo russo aos dois países da Europa Central, que têm isenções para importar crude de Moscovo.
Forças russas lançaram uma série de ataques contra áreas residenciais nos arredores de Kiev.
O primeiro-ministro húngaro acusa a Ucrânia de "chantagem" por bloquear o fornecimento de petróleo à Hungria através do oleoduto Druzhba.