Médicos de família querem saber se podem prescrever medicamentos para obesidade
Nuno Jacinto considera que as indicações da DGS não são claras quanto às responsabilidades de prescrição destes medicamentos.
Nuno Jacinto considera que as indicações da DGS não são claras quanto às responsabilidades de prescrição destes medicamentos.
Estavam a ser transportadas para Espanha.
Estão à espera de uma autorização da Autoridade Europeia do Medicamento e muitos mais estão ainda a ser produzidos em laboratório.
Pela primeira vez, a Organização Mundial de Saúde sugere o uso de um medicamento para o tratamento da obesidade. A OMS diz que os medicamentos desenvolvidos para controlo da diabetes, mas que têm sido amplamente utilizados para a perda de peso, devem ser prescritos para o tratamento da obesidade. Infarmed avalia aprovação em Portugal.
A OMS fez esta semana novas recomendações sobre a doença.
Doença afeta mil milhões de pessoas em todo o mundo.
A despesa com medicamentos é uma das que estão incluídas na rubrica de bens e serviços, onde o Governo pretende cortar 10%.
São consumidas 19 doses diárias por cada 1.000 habitantes em cada dia.
Helder Mota Filipe refere que a quota diminuiu este ano.
A comparticipação destes remédios pode ter um custo de €600 milhões por ano. Mas especialistas apontam para os benefícios.
No mês de sensibilização para este tipo de tumor, Filipe Paixão conta na primeira pessoa como recebeu o diagnóstico e a importância de haver um rastreio. Fez recentemente 40 anos e não sabe por quanto tempo conseguirá desafiar as estatísticas. O cancro do pulmão é o que mais mata, justamente porque a maioria se descobre muito tarde.
Garantia foi dada pelo Infarmed e a medida vai permitir ao Estado poupar cerca de 50 milhões de euros.
As projeções não são animadoras: até 2050 prevê-se que o número de demências triplique. Porém, nem tudo são más notícias: é possível mudar de rumo e prevenir quase metade dos casos. Pela primeira vez, em 15 anos, há medicamentos que abrandam a progressão da doença. Mas, a maior parte do trabalho está ao alcance de cada um. Não é preciso nada elaborado, basta estimular o cérebro. Sabia que conversar com os seus amigos cria mais neurónios do que fazer sudokus?
Reduzir as verbas para exames, medicamentos, pacemakers e transporte de doentes: as ideias do ministério de Ana Paula Martins perante o maior corte desde a troika.
Entre os fármacos proibidos estão alguns usados no tratamento dos cancros de bexiga e gástrico, esquizofrenia e transtorno bipolar.