Hantavírus: a caminho das Canárias, navio leva 144 pessoas sem sintomas
Os últimos casos suspeitos de hantavírus foram retirados para aviões ambulância. Vários profissionais de saúde permanecem a bordo do navio Hondius.
Os últimos casos suspeitos de hantavírus foram retirados para aviões ambulância. Vários profissionais de saúde permanecem a bordo do navio Hondius.
O Hondius esteve de quarentena em águas de Cabo Verde, desde domingo.
Vírus, que já matou três pessoas que seguiam a bordo de um cruzeiro e infetou outras oito, está a levantar preocupações. Há quem questione se podemos estar perante uma nova pandemia. O médico Nuno Alegria explica o que devemos esperar.
O vice-presidente do executivo açoriano, Artur Lima, reafirmou a cooperação entre o arquipélago e os norte-americanos após a assinatura de um protocolo entre o Governo Regional e a comissão Fulbright Portugal.
O governo espanhol apresentou, esta quarta-feira, os planos para lidar com a chegada às Ilhas Canárias do MV Hondius, o navio cruzeiro atingido por um surto de hantavírus e que se encontra parado ao largo de Cabo Verde. A ministra da Saúde espanhola, Monica Garcia, avançou que o desembarque dos passageiros e da tripulação será feito num pequeno porto secundário próximo do aeroporto de Tenerife.
Terminada a transferência de três ocupantes para os Países Baixos.
No ano passado foram comunicados 3.429 episódios de violência contra profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), mais 848 do que em 2024.
Imagem que circula pelas redes sociais mostra Meloni de lingerie. Primeira-ministra entretanto já veio a alertar para os abusos da IA.
Depois de Espanha ter afirmado que ia receber o navio, o governo regional anunciou a recusa.
A digressão europeia de Kanye West tem sido marcada por polémica com países, como a França ou Polónia, a oporem-se à realização de concertos e o próprio Reino Unido recusou o visto ao músico.
Ao contrário do Governo que integra, Luís Neves fez uma avaliação positiva do "rumo desta transferência de competências e meios".
Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.
A exigência descabida de baixar a idade legal da reforma é mais do que um pretexto para não aprovar a reforma laboral: é a confirmação de um vazio
Entre quem faz donativos partidários há quem, por razões de transparência, discorde abertamente do novo sigilo público sobre quem financia os partidos e as campanhas eleitorais. "Quando dou não me importo que digam que dou", responde Miguel Sommer Champalimaud, que apoiou o Chega. Não encontrámos quem defendesse o bloqueio à divulgação, mas muitos não responderam.
O estilo agressivo, malcriado e insultuoso de Trump está em pleno desenvolvimento em Portugal. São todos muito conservadores e depois não sabem falar noutra linguagem daquela que deixaria um genuíno conservador apoplético de fúria muito pouco conservadora. Nas redes sociais o Chega pouco mais produz do que uma série de insultos, muitas vezes com obscenidades sem qualquer debate racional
Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.