Sábado – Pense por si

Bons costumes

Genocídio: Hamas, Israel e outros

O reconhecimento e denúncia de genocídios tornou-se num jogo político cínico, evidente, por exemplo, na esquiva de Israel a reconhecer o genocídio arménio para não prejudicar as relações com Turquia e Azerbaijão, vitais na gestão de interesses na Síria e no confronto com o Irão.

Luís Montenegro
Luana Augusto

Caso Spinumviva: os avanços, os travões e o que falta saber

Mais de um ano depois do surgimento do caso Spinumviva, eis que o tema volta à baila: desta vez, o primeiro-ministro decidiu apresentar um segundo recurso para evitar a divulgação dos serviços prestados pela empresa aos clientes, assim como o saldo das contas bancárias.

Por nossas mãos

Turismo: onde param os ovos de ouro?

É preciso sermos sinceros. Os anos loucos do turismo português acabaram. No 1.º trimestre, as dormidas e os hóspedes cresceram apenas 1,3 e 1,5%. Os proveitos cresceram 5,5%, o que impressiona os mais distraídos, não fosse ser necessário descontar a inflação e o crescimento do número de hóspedes.

Editorial

2029 está a ficar demasiado perto

O vento mudou e agora sopra uma ligeira brisa eleitoral. O que pretende Montenegro estabelecer ao assegurar que “ainda estamos com esse objetivo [o da maioria absoluta] na nossa mira”? Nada disto faz sentido, a não ser que o próprio já não acredite em 2029.

Por nossas mãos

Quem salva quem salva?

A Ministra acha que resolve o problema impedindo de prestar serviços quem saiu do SNS nos últimos 2 anos de ser tarefeiro. A função fica então reservada a quem acumule o trabalho à hora com um horário completo e mais um número mínimo de horas extraordinárias.

O presidente do Chega, André Ventura
Lusa

Ventura anuncia voto contra reforma laboral caso proposta do Governo fique como está

Entre as principais medidas, o Governo manteve a versão inicial do seu anteprojeto relativa ao prazo dos contratos, prevendo que volte a ter um máximo de três anos no caso dos contratos a termo certo e de cinco anos a termo incerto, apesar de durante as negociações ter sido admitido manter as durações atuais (de dois e quatro anos, respetivamente).

O "chic-nic" de 3 de maio, evento premium que teve apoio  da câmara de Lisboa. À esquerda, Gonçalo Castel-Branco em 2017, no projeto ferroviário The Presidencial, que iria motivar um processo judicial contra a CP
Marco Alves

Promotor do "chic nic" já recebeu €3 milhões do Estado para eventos de luxo

Os €75 mil que a câmara de Lisboa deu a Gonçalo Castel-Branco são a ponta do icebergue. O Chefs on Fire, festival gastronómico "premium", recebe milhões, sobretudo do Turismo de Portugal. Ao mesmo tempo, o promotor (que reconhece dependência dos subsídios) está a processar uma empresa do Estado (a CP) em €2 milhões

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