Portugal despede-se: as figuras públicas que desapareceram em 2025
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Fernando foi com a mãe para a África do Sul. O padrasto e novo amor de Maria Madalena é o motivo de muitos dos versos que ela vai juntando
Almirante deixa recado a Marques Mendes e André Ventura, que vão estar na reunião agendada por Marcelo para 9 e janeiro.
Num debate quezilento e centrado quase só na vida profissional de Marques Mendes, o inexperiente Gouveia e Melo apertou o experiente Marques Mendes como até aqui ninguém fez. É de duvidar, contudo, que este fosse o debate que o eleitorado ali em disputa queria ver.
Há quem passe a noite de 24 na pediatria de um hospital a fazer voluntariado, os que trocam a casa por um hotel, para "simplificar", e os que fazem várias consoadas
Histórico do MPLA e também antigo líder da Assembleia Nacional era apontado como um dos candidatos à sucessão de João Lourenço.
A palavra mais pesquisada no dicionário online não tem relação direta com um acontecimento marcante.
O Ano em Palavras de 2025 oferece "uma visão plural do ano, cruzando política, diplomacia, cultura, arte, desporto, ciência, ambiente e temas sociais, compondo um retrato lexical, fotográfico e noticioso acessível".
Em causa rendimentos como "consultor" da Abreu Advogados. Também não diz quem são os clientes da LS2MM, a sua empresa familiar (mas revelamos a identidade de um deles, um empresário da construção civil). E ainda a pegada judicial e fiscal do candidato apoiado pelo Governo
Tão intelectual quanto pop-star, foi um dos eixos da revolução cultural portuguesa do pós-25 de Abril. Cientista e escritora, foi-se afastando gradualmente da vida pública, mas a marca não desapareceu. Morreu em Estremoz, aos 65 anos
Da energia irreverente dos anos 80 à maturidade literária de 2000, três romances fixam a vida de uma autora que foi estrela, prodígio e contradição.
Intelectual de proa, bióloga e romancista, casou-se três vezes, uma delas em Las Vegas com botas de pele de cobra. Adotou dois miúdos, teve uma depressão, declarou insolvência e deu explicações para pagar as contas. Sobreviveu a um acidente, nunca largou a escrita e mudou-se para Estremoz, a terra do seu primeiro amor.
Bióloga de renome e escritora de grande fama, Clara Pinto Correia teve uma vida cheia e repleta de altos e baixos. Morreu aos 65 anos.
“Dois terços das crianças menores de cinco anos não têm certidão. Sem identidade, ficam invisíveis para o Estado e vulneráveis a várias formas de exclusão”, assinalou a representante interina do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
Foi a primeira interprete do "Cheira bem, cheira a Lisboa”, que mais tarde viria a ser interpretado por Amália Rodrigues. Tinha 89 anos.
Seis pessoas morreram na madrugada de domingo após o despiste de um veículo ligeiro na Avenida das Forças Armadas, em Lisboa, que se incendiou após o embate, ficando as vítimas carbonizadas.