"Quero mudança, Seguro vai deixar tudo na mesma". A campanha de Ventura
O líder do Chega fez campanha nos escombros da depressão Kristin e na sua terra natal, em Mem Martins. Reportagem nos bastidores da corrida.
O líder do Chega fez campanha nos escombros da depressão Kristin e na sua terra natal, em Mem Martins. Reportagem nos bastidores da corrida.
Newsletter de segunda-feira.
Madrid vai legalizar meio milhão de imigrantes ilegais para garantir o crescimento económico. Em Portugal, os imigrantes enfrentam dificuldades para se legalizarem.
António José Seguro controlou genericamente um debate que não seria, à partida, decisivo para o desfecho das Presidenciais. Promulgará a reforma laboral se a UGT estiver a bordo, fará um primeiro Conselho de Estado sobre Defesa e vai tentar um "pacto" na Saúde. André Ventura mudou de opinião sobre o reforço dos poderes presidenciais, escorregou na Justiça - e falou quase sempre para a sua base eleitoral.
Confere 11 milhões de receitas e faturas por mês, poupa milhões de euros ao erário público e entrega à justiça pistas sobre potenciais fraudes - foi daqui que saiu a informação para a recente "Operação Obélix". O Ozempic e seus concorrentes são a fraude da moda. Viagem ao centro de Controlo e Monitorização do SNS, na Maia.
Candidato previa encaixar 1 milhão em apoios públicos mas os votos que recebeu no último domingo ficaram aquém do esperado.
Ficam de fora da alçada do ministério da educação, mas esse também não é o seu foco. Nestas escolas, a preocupação maior reside na motivação para aprender e no futuro do aluno.
A Rússia também atingiu infraestruturas críticas na cidade ocidental de Lviv
António José Seguro recebeu um presente de Jorge Pinto, que na prática deixou de ser candidato. Cotrim foi funambulista na direita. Gouveia e Melo agarrou na ameaça Trump para fazer valer as suas credenciais - e não largou Marques Mendes, que teve mais uma noite difícil. Os mais pequenos propuseram nacionalizar os lucros da banca e construir 100 mil casas por ano. E houve Manuel João Vieira.
Foi pastor de ovelhas, vendeu sidra, deu aulas e deixou os lisboetas incrédulos quando associou sardinhas em lata a carrósseis e recheou pastéis de bacalhau com queijo da Serra. Hoje o seu grupo fatura 50 milhões de euros por ano com um modelo de negócio que cobra caro a turistas para redistribuir riqueza por pastores e artesãos. Até lhe chamam o Robin dos Bosques da Serra da Estrela.
Para o candidato presidencial, "as relações entre os Estados devem ser pautadas pelo respeito, pela soberania e pela afirmação do princípio do Direito Internacional".
Quanto às receitas, o candidato conta receber 350 mil euros de subvenção estatal, e 125 mil euros de donativos, a que se juntam 25 mil euros em angariação de fundos.
Proposta de lei tinha sido debatida no parlamento a 29 de setembro.
A expansão de colonatos foi aprovada hoje pelo Gabinete de Segurança de Israel por proposta do ministro das Finanças, o ultrarradical nacionalista Bezalel Smotrich, e do ministro da Defesa, Israel Katz.
A decisão incluiu a legalização retroativa de alguns postos avançados ou bairros de colonatos já existentes bem como a criação de novos em terrenos de onde os palestinianos foram evacuados.
Eleições presidenciais estão marcadas para 18 de janeiro. Ventura disse esperar o voto de António Filipe na segunda volta.