Mundial2026: FIFA monitoriza situação do surto de ébola para garantir segurança
A prioridade "é garantir um torneio seguro", pelo que existe um "trabalho" conjunto com os governos dos três países organizadores.
A prioridade "é garantir um torneio seguro", pelo que existe um "trabalho" conjunto com os governos dos três países organizadores.
Esta suspensão inclui o cancelamento de vistos temporários e pedidos de residência permanente previamente aprovados.
O México especificou que estão previstas medidas de isolamento e monitorização rigorosa por parte das autoridades de saúde e turismo.
Diretor provincial de Saúde, Biya Nkizinkiko, disse que as pessoas que vivem na cidade de Bunia, epicentro da Ébola, estão a fazer uma quarentena de 21 dias.
As cerimónias fúnebres de vítimas de Ébola no leste do Congo estão a ser realizadas sob escolta militar devido à resistência de algumas comunidades às medidas sanitárias impostas para travar a propagação do virus.
Existem cerca de 750 casos suspeitos de Ébola e 177 mortes suspeitas na RDCongo, um país com cerca de 100 milhões de habitantes onde a epidemia "se propaga rapidamente", alertou na sexta-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS).
O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse, esta sexta-feira, que o surto de Ébola na República Democrática do Congo está “a espalhar-se rapidamente” e que representa agora um risco “muito elevado” a nível nacional. A nível global, a OMS mantém o risco como baixo.
E ainda o sistema de troca de eletrodomésticos e sugestões de fim de semana
Surto de Ébola no Congo já provocou mais de 100 mortes. Segundo o infecciologista Jaime Nina, o cenário pode ainda vir a piorar.
Um centro de tratamento de Ébola em Rwampara, no leste da República Democrática do Congo, foi incendiado, esta quinta-feira, numa altura em que se ouviam tiros nas proximidades e registavam-se confrontos entre residentes e equipas de apoio. Segundo responsáveis locais, o incidente terá sido provocado por um mal-entendido relacionado com a retirada de um corpo de uma vítima do vírus.
A Organização Mundial da Saúde aumentou o envio de equipamento médico e material de proteção para combater o surto de Ébola na República Democrática do Congo e no Uganda, onde os casos continuam a aumentar.
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou, esta quarta-feira, que o risco de propagação do surto de Ébola na República Democrática do Congo e no Uganda é alto a níveis nacional e regional, mas baixo a nível global.
As autoridades do Uganda garantem que o surto de Ébola está “sob controlo”, apesar de mais de 100 pessoas permanecerem em quarentena devido ao rastreio de contactos ligados aos casos confirmados.
A Organização Mundial da Saúde declarou o atual surto de Ébola uma emergência de saúde pública internacional, numa altura em que os casos continuam a aumentar na República Democrática do Congo e no Uganda. A epidemiologista Celine Gounder explica que variante é esta e quais são os desafios que as equipas de saúde enfrentam.
O diretor-geral da Organização Mundial Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse, esta terça-feira, estar "profundamente preocupado com a escala e a velocidade" do surto de Ébola e que será convocada uma comissão de emergência para aconselhar sobre recomendações temporárias.
Os dados mais recentes indicam que o surto já causou pelo menos 88 mortos, com 336 casos suspeitos, na RDCongo. No Uganda, foram reportados dois casos confirmados, sem ligação aparente, na capital Kampala, entre pessoas que viajaram da RDCongo.