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Sete meses depois das derrocadas em Porto Brandão ainda há 113 pessoas que andam com a casa às costas

Paula perdeu tudo com a passagem das intempéries em Almada. Depois de andar seis meses de alojamento em alojamento arranjou finalmente um espaço para morar. Agora, pode perder os apoios se não voltar.

Ainda há 113 pessoas desalojadas e sem respostas às casas perdidas nas derrocadas de fevereiro em Porto Brandão (Almada). Há 39 pessoas alojadas em “equipamentos hoteleiros” e 74 a viver com familiares. Dos que já foram alojados, há 27 a viver em casas públicas de arrendamento apoiado e 63 no mercado de arrendamento privado, comparticipado pela autarquia, disse à SÁBADO a Câmara Municipal de Almada.

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