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Procuradora afastada do julgamento dos colégios GPS

Nas alegações iniciais, a magistrada Catarina Duarte admitiu que um dos crimes – peculato – podia cair. A hierarquia do Ministério Público não gostou e substituiu-a por uma nova magistrada.

Quando, na quinta-feira, 21 de outubro, os advogados do processo dos colégios GPS chegaram ao Campus da Justiça, em Lisboa, para mais uma sessão do julgamento, foram informados de que a audiência estava atrasada. Informalmente, segundo um deles relatou à SÁBADO, alguém lhes disse que havia um novo procurador do Ministério Público (MP) e que os juízes estavam a tomar conhecimento disso.

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