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Presidente do CDS-PP disse que "os portugueses devem escolher quem melhor está à altura do desempenho dessas funções".
O presidente do CDS-PP, Nuno Melo, classificou as eleições presidenciais deste domingo como "muito importantes", pois elegem "um alto representante da nação e, principalmente, aquele que deve ser o garante do bom funcionamento das instituições democráticas".
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Nuno Melo lembra que Marcelo viveu 'ciclos políticos muito desafiantes' num curto espaço de tempo
"E é por isso que os portugueses devem votar. Quem for escolhido não vai governar, mas quem for escolhido tem funções muito importantes. Deve conhecer as instituições, deve conhecer o seu funcionamento", disse Nuno Melo, depois de ter votado na Escola Manoel de Oliveira, no Porto.
Aos jornalistas, à saída da secção de voto, o líder centrista disse que "os portugueses devem, tendo em conta aquelas que são as escolhas possíveis em urna, escolher quem melhor está à altura do desempenho dessas funções".
Na ocasião, Melo afirmou, também que houve temas que "gostaria de ter visto discutidos" nesta campanha eleitoral que, "em certos momentos (...) mais parecia uma campanha para umas eleições legislativas".
O também ministro da Defesa reconheceu, no entanto, que "só não está informado neste momento, a propósito do essencial destas escolhas, quem não quer, porque foi muito grande a cobertura mediática".
Para o presidente do CDS-PP, o apelo hoje "deve ser sempre contra a abstenção, pelo voto, porque estas não são umas eleições menores, muito pelo contrário".
"Gostava de reincidir nesse apelo: saiam de casa, vão votar, cumpram este dever que é absolutamente democrático", disse Nuno Melo.
Sobre as exigências com que o futuro Presidente da República se confrontará, comparativamente ao que foram os dois mandatos de Marcelo Rebelo de Sousa, o líder centrista disse que o atual chefe de Estado "viveu ciclos políticos também muito desafiantes -- covid, intervenções externas militares, várias eleições num curto espaço de tempo".
"Não diria que o mandato do professor Marcelo Rebelo de Sousa tenha sido fácil, antes pelo contrário. Quem lhe suceda terá também, desde logo do ponto de vista geopolítico, um mundo em mudança em ritmo muito acelerado, e tem, também por isso, de estar à altura das funções. Portugal precisa de estabilidade, para com estabilidade enfrentar todos esses desafios", afirmou, acrescentando que "há candidatos que, certamente, darão conta desse desígnio e estão à altura desses tempos".
Questionado sobre a possibilidade de uma segunda volta nestas presidenciais, afirmou que, tendo em conta as análises e os estudos de opinião, tudo aponta nesse sentido, mas deixou o desejo de um futuro próximo de estabilidade.
"A discussão política não é má, mas já vai sendo tempo de pararmos com eleições e podermos fazer tudo o resto. Em muito poucos anos foram muitas eleições seguidas. Os portugueses estão cansados de campanhas, estão cansados de eleições. É tempo de governar, é tempo de exercer outros magistérios, também na Presidência da República. Possa o fim deste ciclo dar-nos tempo de extenso sem campanhas políticas e sem confrontos político-partidários", desejou Nuno Melo.
Mais de 11 milhões de eleitores são chamados hoje a escolher o novo Presidente da República, que irá suceder a Marcelo Rebelo de Sousa, que atingiu o limite de mandatos, sendo 11 os candidatos aceites, um número recorde.
Se um dos candidatos obtiver mais de metade dos votos validamente expressos será eleito já hoje chefe de Estado. Caso contrário, haverá uma segunda volta, em 08 de fevereiro, com os dois mais votados no sufrágio.
Para o sufrágio de hoje estão inscritos 11.039.672 eleitores, mais 174.662 do que nas eleições presidenciais de 2021.
Presidenciais: Nuno Melo apela ao voto na eleição de quem deve ser garante do funcionamento das instituições
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