Sábado – Pense por si

Contos Clássicos Portugueses


agora disponíveis para ler e ouvirContos Clássicos PortuguesesAceder aqui

Presidenciais: Falta de luz leva à interrupção da votação em Bidoeira de Cima mas situação já foi resolvida

Nas duas mesas de voto estão inscritos 2.132 eleitores.

A falta de eletricidade, uma hora após a abertura das urnas, levou os responsáveis das mesas de voto na freguesia de Bidoeira de Cima, distrito de Leiria, a suspender a votação mas a situação já foi entretanto resolvida.

Portugueses das zonas mais afetadas pelo mau tempo foram chamados a votar este domingo
Portugueses das zonas mais afetadas pelo mau tempo foram chamados a votar este domingo Lusa

A notícia foi avançada pela Rádio Renascença e confirmada à agência Lusa pelo porta-voz da Comissão Nacional de Eleições (CNE), André Wemans, que adiantou que nas duas mesas de voto estão inscritos 2.132 eleitores.

O porta-voz da CNE disse que, segundo a Lei Eleitoral, se as urnas não reabrissem até ao máximo de três horas de paragem, a votação seria encerrada e os votos não seriam contabilizados nos resultados finais. Mas tudo acabou por se resolver dentro do prazo estipulado.

Wemans indicou que a falha de eletricidade ocorreu cerca das 09:00 e que a informação chegou cerca de meia hora depois, após a CNE ter sido contactada pela Câmara Municipal de Leiria, que referiu estar a envidar todos os esforços para repor a normalidade.

Bidoeira de Cima é uma das 20 freguesias e secções de voto onde a votação da segunda volta das eleições presidenciais foi adiada para hoje devido aos efeitos do mau tempo. Estão, no total, inscritos para esta votação tardia cerca de 36 mil eleitores.

Segundo a CNE, a votação está a decorrer em todas as seis freguesias de Alcácer do Sal, quatro freguesias de Arruda dos Vinhos, nas três freguesias da Golegã, duas secções de voto de Santarém, uma freguesia e secção em Rio Maior, uma freguesia no Cartaxo e outra em Salvaterra de Magos.

Antes deste incidente, o sufrágio decorria nestes territórios sem quaisquer problemas, garantiu à Lusa o porta-voz da CNE.

Já conhecido desde domingo passado está o vencedor das eleições, António José Seguro, que, segundo os resultados provisórios divulgados pela Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna foi eleito Presidente da República com 66,83% dos votos expressos, contra 33,17% de André Ventura.

Na primeira volta das presidenciais, em 18 de janeiro, disputada por 11 candidatos, António José Seguro, apoiado pelo PS, foi o mais votado, com 31,11% dos votos expressos, seguido de André Ventura, apoiado pelo Chega, que teve 23,5%.

O atual Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, eleito em 2016, cessará funções em 09 de março, data em que António José Seguro tomará posse perante a Assembleia da República.

Com Lusa

Artigos Relacionados