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Paulo Gonçalves atuou no interesse do Benfica, mas...

Carlos Rodrigues Lima
Carlos Rodrigues Lima 11 de setembro de 2019 às 15:35

Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa diz que Ministério Público deveria ter fundamentado melhor a acusação à Benfica SAD e não se ter limitado a fazer presunções e afirmações genéricas.

OMinistério Públicoconcentrou-se na árvore, esquecendo-se de olhar para a floresta. Este é um breve resumo dos argumentos do juízes desembargadores Rui Teixeira e Teresa Féria para, ao contrário do que pretendia o Ministério Público,não levar a SAD do Benfica a julgamento no processo E-toupeira."Como é óbvio e decorre do fluir das coisas, o co-arguido (Júlio) Loureiro não se moveu porque Paulo Gonçalves lhe pediu em seu nome. Não...a perceção que o Loureiro tem é que está a agir para o Benfica, afinal 'o melhor clube do mundo'", nas suas próprias palavras. O problema, segundo os desembargadores, é que o Ministério Público não fundamentou a acusação de forma sólida a ligar os atos de Paulo Gonçalves à SAD.

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