Empresa "corre o risco de suprimir serviços públicos se a situação não for resolvida rapidamente".
O Grupo Barraqueiro tem combustível para "mais um ou dois dias no máximo", mas, se a greve dos motoristas de pesados de mercadorias se prolongar, admite "suprimir serviços públicos de transportes".
"Podemos suportar mais um ou dois dias no máximo", disse àLusao diretor com o pelouro da comunicação, Luís Cabaço Martins, adiantando que as empresas do grupo estão "sem ser abastecidas" desde segunda-feira, quando começou a greve.
O Grupo Barraqueiro "está muito preocupado com a situação" e, segundo Luís Cabaço Martins, "corre o risco de suprimir serviços públicos se a situação não for resolvida rapidamente".
O Grupo Barraqueiro integra as empresas Barraqueiro Oeste, Boa Viagem, Mafrense, Ribatejana, Eva Transportes, Frota Azul, Rodoviária do Alentejo, Rodoviária de Lisboa, Rodoviária do Tejo, Henrique Leonardo Mota Lda, Translagos, Trevo-Transportes Rodoviários de Évora e Marques Barraqueiro, que asseguram serviços públicos de transporte no país, de acordo com a página da internet do grupo.
Entretanto, a portaria que efetiva a requisição civil dos motoristas de matérias perigosas foi hoje publicada em Diário da República e produz efeitos até ao dia 15 de maio.
Grupo Barraqueiro com combustível para "mais um ou dois dias"
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