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Como actuam os carteiristas da Baixa de Lisboa

Augusto Freitas de Sousa 07 de abril de 2018 às 08:00

Há lojistas e turistas que os perseguem. Mas pouco depois de saírem das esquadras, regressam à rua. Os agentes pedem brigadas à civil e mais videovigilância.

As histórias são diárias e muito semelhantes. Os comerciantes não se identificam, até porque são vítimas de ameaças verbais. Exemplo: um empregado de café que mora perto da Baixa alertou uns turistas para a iminência de um furto. À noite, quando chegou a casa, estavam três homens de nacionalidade romena junto à sua porta: "Não te metes na nossa vida, não nos metemos na tua."