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Rita Rato Nunes
Especialista em análise de qualidade do ar explica que a mudança de direção dos ventos vai ajudar a deixar de sentir o cheiro que pode ser incómodo.
O cheiro atípico associado a "azeitona" e "acre" voltou a ser sentido esta segunda-feira nas ruas da região de Lisboa. Segundo a especialista em análise de qualidade do ar, Sofia Teixeira, em causa está o processamento de bagaço de azeitona produzido em fábricas na zona do Alentejo.
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